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Argentina: Macri confirma que não concorrerá à Presidência

Decisão foi anunciada neste domingo

Pleno.News - 26/03/2023 15h52 | atualizado em 27/03/2023 13h57

Mauricio Macri Foto: EFE/Juan Ignacio Roncoroni

Neste domingo (26), Mauricio Macri, ex-presidente da Argentina, anunciou que não concorrerá à corrida presidencial por seu país nas próximas eleições, marcadas para 22 de outubro.

– Temos que alargar o espaço político da mudança que iniciamos. E temos que inspirar outras pessoas com nossas ações – dissse.

As declarações dele aparecem em vídeo publicado nas redes sociais. Macri presidiu a Argentina entre 2015 e 2019.

Desta forma, o ex-presidente deixa o caminho livre para os demais candidatos da coalizão Juntos pela Mudança, tendo em vista as PASO (Eleições Primárias, Abertas, Simultâneas e Obrigatórias), marcadas para 13 de agosto.

Até o momento, o chefe do governo de Buenos Aires, Horacio Rodríguez Larreta, a presidente do PRO, Patricia Bullrich, e o chefe do Partido Radical e governador da província Jujuy, Gerardo Morales, além do também radical Facundo Manés, anunciaram a intenção de candidatar-se à Presidência da Argentina.

Bullrich descreveu a decisão de Macri como “histórica”.

– Mesmo podendo se tornar presidente novamente, ele priorizou os interesses de nosso país antes dos seus, como poucos líderes fizeram na história argentina – disse pelo Twitter.

Ao lado da governista Frente de Todos, há vários candidatos possíveis, incluindo o próprio presidente Alberto Fernández. O embaixador no Brasil, Daniel Scioli, o líder Juan Grabois, que poderia dividir uma passagem com o governador da província de Buenos Aires, Axel Kicillof, e o ex-diretor do Banco Nación, Claudio Lozano, também deixaram escapar sua intenção de fazê-lo.

Além disso, no meio político fala-se do ministro da Economia, Sergio Maza, e do ministro do Interior, Eduardo de Pedro, como possíveis concorrentes da Casa Rosada.

Vários deles estariam dispostos a sair da luta caso a vice-presidente Cristina Fernández de Kirchner, que há alguns meses garantiu que não competiria por estar “proscrita” (em referência a seus processos judiciais), finalmente decidisse se apresentar para o kirchnerismo.

No dia 14 de junho termina a data para o registro das alianças eleitorais. E dez dias depois é o prazo para apresentar as listas de candidatos que disputarão as urnas em outubro.

*AE

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