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Após Venezuela, Trump cogita ação militar contra Colômbia

"Colômbia também está muito doente", declarou o presidente dos Estados Unidos

Thamirys Andrade - 05/01/2026 13h46 | atualizado em 05/01/2026 14h14

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Foto: EFE/EPA/JIM LO SCALZO

Após capturar o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump afirmou que lançar uma operação militar contra a Colômbia também lhe parece algo “bom” a ser realizado. A declaração ocorreu a bordo do Air Force One, a aeronave oficial da presidência dos EUA, neste domingo (4).

Na ocasião, jornalistas questionaram o chefe do Executivo se ele estaria disposto a deflagrar uma ação militar contra o país governado por Gustavo Petro, ao que o republicano respondeu:

– Soa bem para mim. A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la para os Estados Unidos. Ele [Petro] não vai continuar fazendo isso por muito tempo – declarou o chefe da Casa Branca.

Na sequência, Trump também falou sobre o México.

– Temos que fazer alguma coisa em relação ao México. O país precisa se organizar – adicionou.

Em relação a Cuba, o presidente dos EUA disse que uma intervenção militar não deve ser necessária, porque ele acredita que o governo cubano está prestes a cair por conta própria.

– Cuba está prestes a ser nocauteada – assinalou.

Em resposta, o presidente da Colômbia frisou ter sido democraticamente eleito e classificou as falas de Trump como “calúnia”.

– Meu nome não aparece nos arquivos judiciais sobre narcotráfico nem no passado nem no presente. Pare de me caluniar, senhor Trump. Não é assim que se ameaça um presidente latino-americano que surgiu da luta armada. Não sou ilegítimo, nem sou narcotraficante, tenho apenas a casa da minha família como bem que ainda pago com meu salário – declarou Petro.

Maduro, por sua vez, foi capturado na madrugada do último sábado (3) em Caracas por tropas norte-americanas e levado aos Estados Unidos. Nesta segunda-feira (5), ele comparece a um tribunal de Nova Iorque para ser julgado por tráfico internacional de drogas e outros crimes. Atualmente, quem se encontra no poder na Venezuela é a presidente interina Delcy Rodríguez, que prometeu cooperar com Donald Trump.

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