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Após massacre, Biden defende banir rifles semiautomáticos

Presidente americano quer retomar medida que já foi aprovada em 1994 e que ficou em vigor por dez anos

Paulo Moura - 23/03/2021 14h54 | atualizado em 23/03/2021 15h27

Presidente dos Estados Unidos Joe Biden Foto: EFE/EPA/Jim Lo Scalzo

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, defendeu nesta terça-feira (23) que o porte de rifles semiautomáticos e de cartuchos de alta capacidade seja proibido no país. O democrata ainda pede que o Legislativo americano aprove maiores controles de antecedentes na venda de armas.

– Eu não preciso esperar nem mais um minuto, ainda mais outra hora, para tomar medidas de senso comum que salvarão vidas – disse o presidente.

Biden, que ordenou que as bandeiras da Casa Branca fossem postas a meio-mastro, disse crer que os EUA “podem banir armas semiautomáticas e cartuchos de alta capacidade de armazenamento”.

As armas em questão foram banidas em 1994, em um projeto de Lei aprovado pelo Congresso durante o mandato de Bill Clinton, mas a medida expirou em 2004.

O presidente americano disse ainda que está “desolado” com os incidentes da última semana e fez um apelo para que o Senado aprove dois projetos encaminhados pela Câmara que expandem e reforçam as checagens de antecedentes dos compradores de armamentos.

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