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Policial que ganhou doação de Mbappé é punido na França

Homem recebeu 60 mil euros do jogador

Pleno.News - 30/12/2025 15h33 | atualizado em 31/12/2025 07h20

Mbappé Foto: EFE/EPA/ANNA SZILAGYI

O policial que recebeu de Kylian Mbappé uma doação de 60.300 euros (mais de R$ 389 mil) por seu trabalho de proteção da seleção francesa durante a Copa do Mundo de 2022 foi punido com a aposentadoria antecipada. A informação foi divulgada, nesta terça-feira (30), pelo jornal Le Monde.

No entanto, o jornal detalhou que esse policial, de 57 anos, conhecido como Momo e que trabalha com a Federação Francesa de Futebol (FFF) há 21 anos, estará presente na equipe de segurança da própria FFF na Copa do Mundo de 2026, mas desta vez com um contrato temporário assinado até o final de julho.

A Inspeção-Geral da Polícia Nacional (IGPN) conduziu uma investigação interna sobre as condições de pagamento aos agentes, aos quais se imputava falta de “lealdade”, “probidade” e prestação de contas.

Após a instrução, a direção da polícia optou por puni-lo com uma aposentadoria antecipada em 20 de dezembro, embora esta tenha caráter simbólico, pois o próprio agente iria se aposentar em dez dias.

De qualquer forma, a sanção de aposentadoria antecipada é a mais grave que existe antes da expulsão direta e, dentro da Polícia Nacional francesa, é adotada em casos raros (menos de dez por ano em todo o país).

Paralelamente, este comandante da polícia, juntamente com outros quatro agentes, está sendo investigado pela Justiça francesa pelos pagamentos que Mbappé fez aos cinco – um total de 180.300 euros (R$1.163 milhões) -, a pedido do serviço francês de informação contra a lavagem de dinheiro, a fraude fiscal e o financiamento do terrorismo (Tracfin).

De acordo com a versão publicada pelo semanário Le Canard Enchaîné, em julho, Mbappé consultou seu advogado tributarista antes das doações. O advogado indicou que elas não precisavam ser declaradas.

O atual jogador do Real Madrid recebeu 500 mil euros como prêmio da FFF pelo vice-campeonato mundial — após a derrota na final para a Argentina nos pênaltis — e explicou que decidiu doar tudo para várias associações cívicas, bem como para os membros da equipe policial que protegia os jogadores.

*Com informações da Agência EFE

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