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Peru: Castillo propõe castração química de estupradores

Presidente afirmou que medida é um "clamor popular"

Thamirys Andrade - 19/04/2022 15h31 | atualizado em 19/04/2022 16h53

Presidente peruano Pedro Castillo Foto: EFE/Paolo Aguilar

O presidente do Peru, Pedro Castillo, anunciou que seu governo propôs castração química como punição a condenados por estupro de menores de idade, adolescentes e mulheres. O chefe do Executivo pediu que o Congresso, responsável por aprovar o projeto de lei, não dê as costas para um “clamor popular”.

– Chega de tanta violência, crimes de violência sexual contra crianças não serão tolerados por este governo nem ficarão impunes – declarou Castillo.

A proposta ocorre após o país se comover com o caso de uma menina de 3 anos que foi sequestrada por um homem de 48 anos, preso no último dia 13 de abril.

– A dor desta família também é nossa, me sinto indignado com tamanha crueldade (…) Esse fato atroz e desumano nos leva a uma grande reflexão como país a adotar políticas públicas de Estado mais severas que resguardem os direitos humanos dos mais indefesos, que são nossos meninos e meninas. A castração química é uma opção. Não podemos esperar mais – apelou Castillo.

A castração química é realizada por meio de drogas que diminuem a libido e inibem o desejo sexual. No Brasil, há ao menos dez projetos de lei semelhantes em tramitação na Câmara dos Deputados. Na época em que era deputado federal, o presidente Jair Bolsonaro chegou a elaborar um PL similar, que acabou arquivado em 2019.

Atualmente, a prática é legalizada em sete estados dos Estados Unidos e em países como Coreia do Sul, Rússia, Polônia, Indonésia e República Tcheca.

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