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Pleno.News - 23/02/2021 10h31 | atualizado em 23/02/2021 11h55

Instituto Butantan iniciou a produção de vacina contra a covid-19
Programa da OMS entrega vacinas para nações de baixa e média renda Foto: Pixabay

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou, nesta segunda-feira (22), a criação de um programa que envolve um grupo de 92 dos países mais pobres do mundo e possibilita que uma pessoa vacinada contra a Covid-19 que tenha sofrido graves efeitos colaterais seja compensada.

O programa abrange pessoas que receberam uma vacina do mecanismo Covax, criado pela OMS para garantir acesso equitativo a esses tratamentos em nações de baixa e média renda.

Todas as vacinas distribuídas como parte desse esquema passaram por todas as etapas de desenvolvimento de imunizantes que garantem sua eficácia, segurança e qualidade.

– Todos os medicamentos, incluindo as vacinas que foram aprovadas para uso geral, podem, em casos raros, causar reações adversas graves – advertiu a OMS em um comunicado.

Mais de 190 países estão participando do Covax. Destes, os 92 de menor renda foram selecionados para receber imunizantes financiados pela plataforma. O programa de compensação se aplica apenas a eles.

– Este é o primeiro e único mecanismo de compensação de lesões causadas por vacinas que opera em nível internacional – destacou a organização.

Ainda segundo a OMS, o objetivo é oferecer ao grupo de países mais pobres um procedimento rápido, justo e transparente para receber compensação em casos de “eventos adversos raros, mas graves, associados à distribuição de vacinas pelo Covax até 30 de junho de 2022”.

Dessa forma, as pessoas afetadas não precisarão recorrer aos tribunais nacionais e iniciar processos potencialmente longos e dispendiosos.

Com cerca de 208 milhões de doses de vacinas administradas em vários países, nenhum efeito colateral grave foi relatado até o momento. Em casos raros, uma reação adversa foi observada em pacientes com histórico de alergias, com quatro a cinco casos por milhão de pessoas que receberam a vacina da Pfizer e dois a três casos por milhão das que receberam a da Moderna, de acordo com estatísticas coletadas nos Estados Unidos.

*EFE

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