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Ranking mostra os países mais e menos democráticos do mundo

Índice de Democracia 2021 foi publicado nesta quinta-feira

Pleno.News - 10/02/2022 12h49 | atualizado em 10/02/2022 17h09

Países nórdicos dominam o ranking da democracia Foto: EFE/EPA/MAURI RATILAINEN

A Noruega foi considerada, mais uma vez, o país mais democrático do mundo em 2021. Na outra ponta, o Afeganistão e Mianmar desbancaram a última colocação da Coreia do Norte, que ocupava a lanterninha em anos anteriores.

O quadro sobre os regimes políticos do globo foi divulgado nesta quinta-feira (10) pela Economist Intelligence Unit (EIU) por meio do Índice de Democracia 2021, um ranking que começou a ser publicado anualmente em 2006.

Os nórdicos (Noruega, Finlândia, Suécia, Islândia, Dinamarca) dominam o topo do ranking, que conta com a avaliação de 167 países.

A Noruega é novamente o número 1 graças às pontuações muito altas em processo eleitoral e pluralismo, participação política e liberdades civis – todos com a nota máxima de 10 pontos. Com marcas de 9,64 para funcionamento de governo e de 9,12 para liberdades civis, a pontuação geral do país ficou em 9,75 no ano passado.

Na sequência vieram Nova Zelândia (9,37 pontos), Finlândia (9,27), Suécia (9,26), Islândia (9,18), Dinamarca (9,08) e Irlanda (9,00).

Ainda no Top 10, estão Taiwan (8,99), Austrália e Suíça (com 8,90 cada).

– Os países da Europa Ocidental representam 7 dos 10 primeiros lugares nos rankings globais de democracia e 12 das 21 nações classificadas como democracias plenas – pontuou a publicação.

Na parte inferior do ranking, houve uma “mudança dramática”, de acordo com a EIU. Dois países africanos devastados pela guerra, a República Democrática do Congo e da República Centro-Africana, ficam acima da Coreia do Norte para preencher as cinco últimas vagas.

A lista das 10 piores classificações (de baixo para cima) ficou assim em 2021: Afeganistão (0,32), Mianmar (1,02), Coreia do Norte (1,08), República Democrática do Congo (1,40), República Centro-Africana e Síria (com 1,43 pontos cada), Turcomenistão (1,66), Chade (1,67), Laos (1,77) e Guiné Equatorial (1,92).

*AE

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