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Na ONU, EUA acusam Maduro e anunciam sanções mais duras

Embaixador declarou que seu país não reconhece o governo do ditador venezuelano

Leiliane Lopes - 23/12/2025 20h23 | atualizado em 08/01/2026 17h56

Nicolás Maduro e Donald Trump Fotos: EFE/ Miguel Gutiérrez/Doug Mills/ ARCHIVO

Nesta terça-feira (23), o embaixador dos Estados Unidos na ONU, Mike Waltz, afirmou em reunião do Conselho de Segurança, em Nova Iorque, que Washington não reconhece Nicolás Maduro como presidente da Venezuela e que vai reforçar sanções para atingir cartéis ligados ao regime.

Segundo Waltz, os EUA consideram Maduro um foragido da Justiça americana e líder de uma estrutura criminosa associada ao Cartel de los Soles, classificado por Washington como organização terrorista estrangeira.

– Os Estados Unidos não reconhecem Nicolás Maduro ou seus aliados como governo legítimo da Venezuela – declarou.

O diplomata disse que o governo do presidente Donald Trump usará “todo o poder” do país para combater cartéis de drogas que atuam na região e ameaçam a segurança do hemisfério.

Waltz citou relatório de 2025 do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, que aponta a Venezuela como rota central do tráfico de drogas no hemisfério ocidental, com destino aos EUA e à Europa.

De acordo com ele, a venda de petróleo é usada para financiar grupos criminosos e manter o regime no poder. Por isso, os EUA pretendem aplicar e fazer cumprir sanções, inclusive em águas internacionais.

– Se sanções não são aplicadas, viram apenas palavras vazias – afirmou.

O embaixador também acusou o governo venezuelano de permitir a atuação de grupos armados e terroristas em seu território, como dissidentes das Farc, ELN e aliados do Irã.

Para Waltz, as ações do regime de Maduro representam risco à paz regional e à segurança dos Estados Unidos. Ele concluiu dizendo que os venezuelanos “merecem um futuro melhor” e que Washington seguirá protegendo suas fronteiras e aliados.

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