Pastor foi um dos principais líderes na luta pelos direitos civis nos Estados Unidos
Jade Nunes - 02/04/2018 13h29 | atualizado em 04/04/2018 01h20
Martin Luther King Jr. / Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
Presidente dos EUA, Lyndon B. Johnson, conhece os líderes da luta pelos Direitos Civis, Martin Luther King, Jr., Whitney Young e James Farmer / Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
Presidente Lyndon B. Johnson assina o documento dos Direitos Civis, em 1964, na presença de King / Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
Martin Luther King Jr. / Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
Martin Luther King Jr. / Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
Martin Luther King Jr. / Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
Martin Luther King Jr. / Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
Martin Luther King Jr. / Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
Martin Luther King Jr. / Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
Martin Luther King Jr. e Malcolm X / Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
Martin Luther King Jr. e sua esposa Coretta Scott King / Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
Em 4 de abril de 2018, a morte de Martin Luther King Jr. completa 50 anos. King, que nasceu em Atlanta, na Geórgia, Estados Unidos, se tornou pastor; e, ao longo da vida, uma das maiores personalidades na luta pelos direitos civis do país.
Algumas das suas reivindicações eram pelo direito de voto e o acesso a emprego e a serviços públicos. Ainda assim, King sempre liderava as manifestações de forma pacífica.
O pastor morreu após ser vítima de um franco-atirador enquanto estava na sacada de um hotel.
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