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Mídia internacional repercute tragédia vivida em Petrópolis

Veículos destacaram o enorme número de mortes e os estragos deixados pelos deslizamentos e enxurradas

Paulo Moura - 17/02/2022 14h20 | atualizado em 17/02/2022 15h06

As fortes chuvas que caíram na última terça-feira (15) sobre a cidade de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, tiveram grande repercussão na imprensa internacional nos últimos dois dias. Nas publicações, vários veículos de mídia destacaram o enorme número de vítimas e os estragos causados pela chuva no município brasileiro.

Em seu site internacional, a britânica BBC estampou a notícia “Petrópolis: Deslizamentos mortais causam estragos na cidade brasileira”. No texto, o veículo afirmou que Petrópolis é hoje uma “cidade em trauma” e lembrou que, em janeiro de 2011, a região onde o município está localizado sofreu com mais de 900 mortes por conta de enchentes e deslizamentos de terra.

Já a agência Reuters destacou que a cidade “foi o refúgio de verão dos monarcas do Brasil no século XIX”, mas que, na quarta-feira (16), “havia poucas evidências de seus encantos régios, depois que as inundações devastaram suas ruas elegantes e destruíram seus edifícios germânicos”.

A rede Al Jazeera, por sua vez, destacou a união de civis e soldados nos esforços de resgate e lembrou a declaração dada pelo governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), de que o cenário visto em Petrópolis era similar ao de uma “guerra”.

Os jornais britânicos Daily Mail e The Guardian também falaram sobre o ocorrido. O Mail publicou diversas fotos da tragédia e destacou que os deslizamentos de terra deixaram um resort turístico parecendo uma “zona de guerra”, enquanto o The Guardian divulgou vídeos mostrando as fortes enxurradas que arrastaram casas e veículos pela cidade.

Nos Estados Unidos, os principais jornais também deram espaço ao ocorrido no Brasil. O Washington Post destacou os episódios de deslizamentos de terra e mortes em janeiro deste ano nos estados de Minas Gerais e de São Paulo, e lembrou do caso de 2011, também na região onde fica Petrópolis, naquela que foi considerada a maior tragédia climática da história do Brasil.

Por fim, o The New York Times falou sobre as “buscas desesperadas” por sobreviventes e apontou que a “região é muitas vezes onde as massas de ar quente provenientes da costa colidem com as temperaturas mais frias comuns em altitudes mais elevadas, o que pode causar tempestades”.

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