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Jornalistas do New York Times entram em greve; entenda o caso

Em 40 anos, esta é a primeira vez que a empresa sofre paralisação

Marcos Melo - 08/12/2022 13h20 | atualizado em 08/12/2022 13h46

The New York Times Foto: Pexels

Reivindicando um salário anual de US$ 65 mil (cerca de R$ 350 mil), jornalistas do New York Times iniciaram uma greve de 24 horas, à meia-noite desta quinta-feira (8). Esta é a primeira vez que a empresa sofre paralisação em 40 anos.

Uma manifestação foi articulada pelo sindicato do jornal, The New York Times Guild, que tem mais de mil funcionários, e será realizada em frente ao escritório da empresa na 8ª Avenida, em Nova Iorque.

– Os nossos integrantes, desde os seguranças que mantêm todos no prédio seguros até os jornalistas que mantêm o mundo informado, conhecem o valor de seu trabalho – disse a presidente do sindicato, Susan DeCarava.

– Agora é hora da administração demonstrar, de boa-fé na mesa de negociação, que eles também entendem nosso valor – concluiu Susan.

O New York Times Guild emitiu um comunicado, nesta quarta-feira (7), explicando que o motivo da greve é “devido à falha da empresa em negociar de boa-fé, chegar a um acordo contratual justo com os trabalhadores e atender às suas demandas”.

As reivindicações são: salário mínimo de US$ 65 mil, financiamento do plano de saúde, revisão da política de retorno ao trabalho presencial e revisão do sistema de classificação de desempenho de funcionários.

A gestão do jornal aceitou rever a política de classificação, mas as demais questões seguem sem acordo.

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