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Igreja na Argentina é hostilizada durante festa LGBT em La Plata

Milhares de pessoas, muitas seminuas passaram na porta da igreja e provocaram os membros

Leiliane Lopes - 16/12/2024 20h21 | atualizado em 17/12/2024 10h25

Caso foi compartilhado pela igreja nas redes sociais Foto: Instagram @estallardesalvacionofficial

Na noite de 7 de dezembro, uma igreja localizada em La Plata, Argentina, foi alvo de uma hostilização durante uma festa LGBT que ocorria na mesma rua onde o templo está localizado. De acordo com os relatos, participantes da festa se aglomeraram em frente à Igreja Estallar de Salvación, imitaram os fiéis e cantaram louvores junto com a congregação.

O casal de pastores responsável pela igreja, Luciano Coniglio e Yesica Cimino, se manifestou sobre o ocorrido em uma transmissão ao vivo nas redes sociais. Luciano explicou que o evento aconteceu durante uma conferência de quatro dias que estava sendo realizada na igreja. No momento, os pastores notaram uma grande multidão do lado de fora, muitas delas seminuas e fantasiadas.

A igreja, que se localiza em uma área conhecida como “zona vermelha” da cidade — famosa por atividades como prostituição e tráfico de drogas —, foi fundada com o objetivo de levar apoio espiritual a pessoas em situação de vulnerabilidade.

Luciano diz que o imóvel onde a igreja está localizada é muito procurado por outros estabelecimentos e que eles vivem uma guerra espiritual por estar em uma região como aquela. Principalmente depois que muitas pessoas que frequentam a chamada zona vermelha começaram a procurar a igreja.

– Tivemos pessoas na dependência de drogas e nas ruas que foram completamente transformadas, que foram restauradas, que hoje estão servindo ao Senhor, que têm suas famílias em Deus e que têm um sonho e um propósito de Deus e andar sobre isso; e essas mesmas pessoas são as que estão saindo para evangelizar – declarou.

O líder religioso disse ainda que pediu para que as portas da igreja permanecessem abertas durante a festa LGBT que acontecia, mesmo com a zombaria de seus frequentadores, para que eles se sentissem bem-vindos, caso quisessem entrar para o culto.

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