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Ahmed al Ahmed está internado após ato heroico em Sydney, na Austrália

Pleno.News - 15/12/2025 13h27 | atualizado em 15/12/2025 13h55

Ahmed al Ahmed (à dir.) recebeu a visita do governador de Nova Gales do Sul, Chris Minns Foto: EFE/Chris Minns via redes sociais X

Ahmed al Ahmed, de 42 anos, identificado como o homem que desarmou um dos atiradores durante o ataque em Sydney, Austrália, neste domingo (14), vem recebendo reconhecimento público por sua atitude. Enquanto autoridades políticas se manifestaram com agradecimentos, a comunidade civil se mobilizou em uma campanha de arrecadação de doações.

Ahmed é descrito como herói na iniciativa organizada para apoiá-lo após o ataque.

– Esta campanha foi criada para demonstrar nossa gratidão e apoio a alguém que demonstrou uma coragem extraordinária quando mais precisamos – diz a descrição no GoFundMe.

A iniciativa já reúne mais de 19 mil doações e ultrapassa 1 milhão de dólares (cerca de R$ 5,4 milhões) arrecadados. A maior contribuição individual, cerca de 66 mil dólares (R$ 356,4 mil), foi feita pelo bilionário Bill Ackman.

Ahmed precisou ser internado e passou por cirurgia após ser atingido por disparos durante a ação para conter o atirador. O governador de Nova Gales do Sul, Chris Minns, esteve no hospital nesta segunda-feira (15) para visitá-lo.

Em uma publicação no Facebook, ele compartilhou uma foto ao lado de Ahmed e ressaltou:

– Sem dúvida, mais vidas teriam sido perdidas se não fosse pela coragem altruísta de Ahmed. Obrigado.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também elogiou a ação durante discurso na Casa Branca.

– Foi uma pessoa de enorme coragem. Ele enfrentou um dos atiradores de frente e salvou muitas vidas – declarou.

O ataque deixou 15 mortos e ocorreu em um local que sediava celebrações do Hanukkah, evento da comunidade judaica. Centenas de pessoas participavam do encontro quando os disparos começaram, e ao menos 42 ficaram feridas.

O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, classificou o episódio como um ato de “terrorismo” e de “antissemitismo perverso”.

*AE

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