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Conflito obrigou maior parte da população a deixar suas casas

Camille Dornelles - 15/03/2019 10h05

A guerra na Síria completa oito anos nesta sexta-feira (15). Infelizmente, o conflito entre rebeldes e o governo de Bashar Al-Assad não tem previsão para terminar, de acordo com afirmações da Anistia Internacional e da Organização das Nações Unidas.

COMBATENTES
Mesmo assim, no último ano, os conflitos têm diminuído de intensidade. O sul do país chegou a ser considerado “seguro” em setembro do ano passado. As forças do regime migraram para o norte e os ataques se concentram nas regiões de Idlib e próximas à Rússia.

De acordo com dados dos governos da Turquia e da Rússia, a onda de violência tem aumentado nas regiões fronteiriças. A fortificação das fronteiras obrigou muitos a deixarem suas casas com medo de bombardeios.

POPULAÇÃO
Desde o início do conflito, mais da metade dos sírios precisou deixar suas casas. As cidades destruídas obrigaram grande parte da população a se refugiar em outros países e campos da Organização das Nações Unidas. Nove em cada dez sírios residem em zonas de acolhimento em nações vizinhas.

Os refugiados sírios vivem em situação de extrema pobreza. Um levantamento da ONU mostrou que 80% dos refugiados sírios na Jordânia estão abaixo da linha da pobreza. No Líbano, a porcentagem é de 60%. As famílias vivem com menos de R$ 10 por dia. Os que continuam na Síria enfrentam a mesma situação.

CIDADES ABANDONADAS
A Guerra Civil provocou a destruição e consequente abandono de diversas cidades da Síria. Os municípios que ficam no distrito de Homs foram os mais prejudicados, assim como Alepo, a maior cidade do país. Só nessa cidade, mais de 100 mil pessoas morreram desde o início dos confrontos.

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