Leia também:
X Saiba como será a reunião entre Bolsonaro e Biden nos EUA

Google é condenado a indenizar ex-político em R$ 2,5 milhões

Empresa se negou a remover vídeos considerados difamatórios contra ex-parlamentar

Thamirys Andrade - 06/06/2022 13h42 | atualizado em 06/06/2022 15h02

Google Foto: Pixabay

Nesta segunda-feira (6), o Google foi condenado a indenizar um ex-parlamentar em 715 mil dólares australianos (R$ 2,5 milhões) por se recusar a retirar do ar vídeos considerados difamatórios e que teriam motivado o homem a deixar a política. O tribunal do país considera que a empresa ganhou dinheiro para manter os vídeos tidos como “racistas, difamatórios e abusivos”.

O conteúdo, em questão, foi feito pelo youtuber Jordan Shanks e teve quase 800 mil reproduções. O vídeo foi publicado no ano de 2020, e trazia declarações que acusavam o até então vice-premiê de Nova Gales do Sul, John Barilaro, de ser corrupto sem trazer provas consideradas confiáveis. De acordo com o juiz, o vídeo também promovia “discurso de ódio” por conter ataques à herança italiana do político.

O magistrado ainda afirmou que, ao se recusar a remover o conteúdo, o Google “expulsou Barilaro prematuramente de seu serviço escolhido na vida pública”, além de tê-lo “traumatizado significativamente”.

A empresa, por outro lado, negou que os vídeos tivessem caráter difamatório e considerou que o influenciador deveria ter direito a opinar e criticar um político.

Shanks também era réu no processo, mas se livrou da ação após editar os vídeos e pagar 100 mil dólares australianos (R$ 345 mil) a Barilaro.

Leia também1 Saiba como será a reunião entre Bolsonaro e Biden nos EUA
2 Bolsonaro quer resolver alta dos combustíveis 'nos próximos dias'
3 Boris Johnson enfrenta votação que pode resultar em sua queda
4 EUA e Coreia do Sul respondem Coreia do Norte com oito mísseis
5 Zelensky visita militares que estão no sudeste da Ucrânia

Siga-nos nas nossas redes!
WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Canal
Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo
O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.