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Militar iraniano afirmou que "preferia morrer" após o erro cometido

Paulo Moura - 11/01/2020 13h04 | atualizado em 11/01/2020 20h26

O comandante da sessão aeroespacial da Guarda Revolucionária do Irã, brigadeiro-general Amirali Hajizadeh, assumiu neste sábado a responsabilidade pelo lançamento dos mísseis que derrubaram o Boeing 737-800 da Ukraine International Airlines na última quarta-feira (8), logo após o avião decolar do aeroporto de Teerã. Todos os 176 ocupantes morreram após o ocorrido.

– Assumo total responsabilidade. Eu preferiria morrer a ser testemunha de um acidente semelhante – disse ele, em um comunicado transmitido por uma emissora local.

Hajizadeh afirmou ainda que o soldado que estava encarregado pelas operações com os mísseis antiaéreos confundiu o avião com um míssil de cruzeiro e teve apenas 10 segundos para decidir o disparo.

– Foi um míssil de curto alcance que explodiu próximo ao avião. É por isso que o avião continuou voando e explodiu quando tocou o chão – declarou.

Mesmo com as negativas iranianas nos últimos dias sobre a ação de mísseis na queda do avião. Líderes e autoridades de países como os EUA, Canadá, Reino Unido e Holanda, já haviam antecipado a ação de armas como a responsável pela tragédia.

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