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França: Mordomo é detido por roubo de louças da Presidência

Prisão foi divulgada, nesta sexta, por um jornal francês

Pleno.News - 19/12/2025 15h58 | atualizado em 19/12/2025 17h20

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Bandeira da França (Imagem ilustrativa) Foto: Anthony Choren | Unsplash

O mordomo responsável pelo protocolo do Palácio do Eliseu e encarregado das louças da residência oficial do presidente da França foi detido suspeito pelo roubo de várias peças da coleção. A informação foi divulgada, nesta sexta-feira (19), pelo jornal Le Parisien.

A prisão ocorreu na última terça-feira (16). Junto com ele, foram detidos seu namorado, um antiquário, e um colecionador de peças de porcelana residente em Versalhes, nos arredores de Paris, que, segundo o jornal, trabalhava como vigilante no Museu do Louvre — cargo do qual foi momentaneamente afastado.

O principal detido era o encarregado de montar a mesa nos almoços e jantares de gala da Presidência francesa, o que lhe dava acesso às louças, obras da prestigiosa Manufactura de Sèvres, fundada nos tempos de Luís XV e que, desde então, fornece peças de porcelana aos reis e chefes de Estado franceses.

Segundo os investigadores, funcionários do palácio notaram que algumas das peças originais haviam sido substituídas por cópias, o que levou a Gendarmeria a abrir um inquérito que rapidamente apontou para o detido.

Em seus dispositivos de informática, foram encontradas mensagens trocadas com o colecionador de Versalhes desde o início de 2024, nas quais ele o convencia a retirar peças de porcelana do palácio presidencial.

O namorado parceiro do mordomo atuou como cúmplice do roubo que, segundo as investigações, estendeu-se ao longo dos meses e permitiu que acumulassem mais de uma centena de itens, entre xícaras, pires e pratos, todos pertencentes ao Patrimônio Nacional.

O mordomo e seu namorado foram presos na residência do segundo, no departamento de Loiret, ao sul de Paris, enquanto o colecionador foi detido em Versalhes, onde foi encontrado boa parte dos objetos roubados.

Os três detidos, que foram liberados sob controle judicial, confessaram os crimes, segundo o Le Parisien, e se comprometeram a devolver o restante das peças que, garantiram, continuam em sua posse.

*EFE

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