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Folha de S. Paulo faz matéria com fãs de ditador Kim Jong-un

Reportagem retrata centros e institutos que enaltecem o regime da Coreia do Norte

Pleno.News - 06/12/2021 13h50 | atualizado em 06/12/2021 14h41

Kim Jong-Un, ditador da Coreia do Norte
Kim Jong-Un, ditador da Coreia do Norte Foto: EFE/EPA/KCNA

Em reportagem recente, a Folha de S. Paulo dá visibilidade a brasileiros e institutos que enaltecem a ditadura da Coreia do Norte, comandada por Kim Jong-un.

Na matéria, os “fãs” e “estudiosos” do regime comunista celebram os progressos militares do país, os testes com mísseis, e culpam os Estados Unidos por gerar “distorções” sobre a gestão de Kim.

No Twitter, internautas teceram críticas não apenas aos defensores do governo norte-coreano, mas também ao jornal e à reportagem em questão.

– Esse tipo de matéria é a famosa “caça click”. Qualquer cidadão em pleno gozo de suas faculdades mentais rejeita tirania, autoritarismo, supressão de liberdade, fome e miséria de todo tipo – declarou um usuário da rede social.

– Como a Folha gosta de dar palanque pra maluco…

– Olha, minha vida não é exemplar e eu não sou referência para ninguém, mas fã clube de ditador coreano… Não. Isso é o mais baixo nível de caráter e inteligência e o mais alto de ignorância e alienação possíveis que um ser humano pode atingir – acrescentou outro.

Há, por outro lado, aqueles que aplaudiram a matéria e a utilizaram como fonte para seguir e apoiar os movimentos pró-ditadura.

– Não conhecia esse tal de Lucas Rubio, obrigado pela recomendação. Ótima matéria. Irei segui-lo – informou uma internauta.

– Se a Coreia do Norte abrir uma campanha no Vakinha pra comprar mísseis, eu faço doações – completou outro.

Um dos entrevistados da matéria é o estudante brasileiro Lucas Rubio, que recentemente esteve no evento de comemoração dos 70 anos de criação da ditadura comunista, a poucos metros de Kim. Ele, em seu quarto, ele exibe pôsteres que enaltecem o regime e a figura do líder norte-coreano.

Rubio é diretor do Centro de Estudos da Política Songun, que é parte de uma confraria de movimentos e associações que fazem apologia ao regime por meio de várias mídias.

A reportagem também cede espaço à historiadora Rosanita Campos, de 68 anos, que coordena o Instituto da Amizade Brasil-Coreia. A pesquisadora esteve presente no último aniversário de Kim Il-sung, avô do atual dirigente. Segundo ela, um dos objetivos da entidade dirigida por ela é desfazer mitos sobre o regime norte-coreano.

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