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Flórida assina leis para conter influência do Partido Chinês

Governador Ron DeSantis sancionou projetos aprovados pelos legisladores em abril

Pleno.News - 08/06/2021 17h01 | atualizado em 08/06/2021 17h34

governador da flórida Ron DeSantis
Ron DeSantis, governador da Flórida Foto: Reprodução

O governador da Flórida (EUA), Ron DeSantis, sancionou nesta segunda-feira (7) dois projetos de lei que têm como objetivo conter a influência de governos estrangeiros em agências estaduais e em instituições de ensino superior. As novas normas possuem como principal alvo o governo chinês.

– Não há uma única entidade que exerça uma influência mais nefasta em uma ampla gama de indústrias e instituições americanas do que o Partido Comunista da China – declarou DeSantis durante discurso na Florida National Guard Robert A. Ballard Armory, em Miami.

DeSantis usou o momento para dizer que acredita que o vírus da Covid-19 tenha escapado de um laboratório chinês.

– Está muito claro que este foi um vírus que, quase com certeza, vazou deste laboratório em Wuhan. Este é um laboratório onde esses cientistas trabalharam em estreita colaboração com o Partido Comunista da China – acusou o governador.

A China nega as teorias sobre um suposto vazamento do vírus do laboratório em Wuhan. Mas o presidente Joe Biden pediu que a inteligência dos Estados Unidos investigue mais a fundo a hipótese. Até o momento, a tese mais difundida é a de que o vírus tenha chegado aos seres humanos por meio do contato com animais, como morcegos.

Os projetos assinados por DeSantis foram aprovados pelos legisladores por unanimidade durante sessão legislativa em 30 de abril.

A Lei de Combate à Espionagem Corporativa na Flórida (HB 1523) passará a vigorar no dia 1° de outubro. Ela permitirá que pessoas enfrentem acusações de crime de segundo grau por tráfico de segredos comerciais, com pena sujeita a primeiro grau para crimes em benefício de governos estrangeiros.

Já o projeto HB 7017 entrará em vigor no dia 1° de julho, criando novos requisitos para contratos entre o estado e entidades estaduais ou universidades. Assim, as instituições passarão a ser obrigadas a relatar o recebimento de doações ou concessões de qualquer fonte internacional, no valor de 50 mil dólares ou mais.

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