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Líder opositora venezuelana não chegou a tempo devido aos riscos envolvendo à viagem

Pleno.News - 10/12/2025 13h09 | atualizado em 10/12/2025 13h47

Ana Corina Sosa, filha de María Corina, recebe Nobel da Paz em nome da mãe Foto: EFE/EPA/OLE BERG-RUSTEN / POOL NORWAY OUT

Ana Corina Sosa, filha de María Corina Machado, recebeu, nesta quarta-feira (10), na Prefeitura de Oslo, o Prêmio Nobel da Paz em nome da líder opositora venezuelana, que não pôde chegar a Noruega a tempo para receber pessoalmente a honraria devido aos riscos envolvendo à viagem. Haja vista que Corina é perseguida pelo regime Maduro, e, por isso, costuma manter seu paradeiro e deslocamento em segredo.

A filha de Machado se levantou e recebeu o diploma e a medalha do Nobel que acompanham o prêmio – dotado este ano com 11 milhões de coroas suecas (cerca de R$ 6,5 milhões) –, das mãos do presidente do Comitê Norueguês do Nobel, Jørgen Watne Frydnes.

Visivelmente emocionada, Sosa recebeu a ovação do público, que se levantou, de pé em frente a uma foto de sua mãe.

A cerimônia foi presidida pelos reis Harald V e Sonia da Noruega.

Também estiveram presentes o líder opositor venezuelano Edmundo González, o primeiro-ministro norueguês Jonas Gahr Store, o presidente argentino, Javier Milei, o panamenho José Raúl Mulino; e o paraguaio, Santiago Peña.

Antes de entregar o prêmio, Frydnes proferiu um discurso no qual instou o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, a renunciar ao seu cargo para estabelecer as bases para “uma transição pacífica para a democracia” no país, um apelo que recebeu um longo aplauso dos convidados na Prefeitura de Oslo.

A oposicionista venezuelana María Corina Machado dedicou nesta quarta-feira o prêmio Nobel da Paz a todo o povo da Venezuela e aos “heróis” que lutam pela “liberdade”, além dos líderes mundiais “que nos acompanharam e defenderam nossa causa”.

Sosa, após receber o prêmio, confirmou posteriormente que em “algumas horas” poderá abraçá-la em Oslo e que a intenção da líder da oposição é retornar “muito em breve” à Venezuela.

*EFE

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