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Diretor-geral da OMS escapa de bombardeio em aeroporto

Tedros Adhanom estava no Aeroporto de Sanaa, que foi bombardeado por Israel

Paulo Moura - 27/12/2024 08h16 | atualizado em 27/12/2024 13h56

Tedros Adhanom Ghebreyesus Foto: EFE/EPA/SALVATORE DI NOLFI

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, escapou, nesta quinta-feira (26), de um bombardeio aéreo realizado por Israel contra o Aeroporto de Sanaa, no Iêmen. Em uma postagem feita na rede social X, Tedros disse que o fato aconteceu quando ele estava prestes a embarcar e próximo de onde estava.

– Quando estávamos prestes a embarcar em nosso voo de Sanaa (…), o aeroporto foi bombardeado. Um dos tripulantes do nosso avião ficou ferido. Pelo menos duas pessoas foram mortas no aeroporto. A torre de controle de tráfego aéreo, a sala de embarque — a poucos metros de onde estávamos — e a pista foram danificadas – relatou.

O chefe da OMS também disse que sua equipe teria de esperar que os danos no aeroporto fossem reparados antes de poder deixar o país, mas destacou que sua comitiva estava segura. No total, segundo o governo local, duas pessoas morreram e outras 11 ficaram feridas em razão do bombardeio no terminal.

Tedros informou que estava em missão no Iêmen para negociar a libertação de detidos da equipe da Organização das Nações Unidas (ONU) e também para avaliar a situação humanitária e de saúde no país.

SOBRE O BOMBARDEIO
O Exército de Israel disse ter atingido vários alvos no Iêmen ligados ao movimento dos houthis – alinhado ao Irã – nesta quinta, incluindo o Aeroporto Internacional de Sanaa e três portos ao longo da costa oeste. Além dos dois mortos no aeroporto, outra pessoa morreu em um porto iemenita.

Junto ao ataque contra a infraestrutura militar nos portos iemenitas de Hodeidah, Salif e Ras Kanatib, o Exército israelense informou que também atingiu as usinas elétricas de Hezyaz e Ras Kanatib. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que Israel continuará sua missão até que ela seja concluída.

– Estamos determinados a cortar esse braço terrorista do eixo do Irã – resumiu.

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