Leia também:
X Coreia do Sul: Ação para prender presidente afastado é suspensa

Coreia do Norte diz que há caos e paralisia no Sul após lei marcial

Imprensa estatal norte-americana comentou a crise política do país vizinho

Pleno.News - 03/01/2025 14h33 | atualizado em 03/01/2025 16h55

Kim Jong-Un, ditador da Coreia do Norte
Líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un Foto: EFE/EPA/KCNA

A Coreia do Norte descreve seu vizinho do sul como um país politicamente paralisado e socialmente caótico após a destituição do presidente Yoon Suk-yeol no último dia 14 de dezembro, de acordo com uma reportagem publicada nesta sexta-feira (3) pela imprensa estatal norte-coreana que relata as consequências desse evento.

– Na Coreia do Sul fantoche, um julgamento de impeachment sem precedentes ocorreu após o incidente da lei marcial de 3 de dezembro, e um mandado de prisão foi emitido contra o presidente, paralisando os assuntos de Estado e aprofundando ainda mais o caos social e político – assinalou a agência de notícias estatal norte-coreana KCNA.

A agência norte-coreana reportou de maneira detalhada os acontecimentos políticos e sociais na Coreia do Sul nas últimas semanas desde a destituição de Yoon, bem como a subsequente destituição do presidente em exercício e primeiro-ministro Han Duck-soo em 27 de dezembro.

Além disso, informou aos cidadãos norte-coreanos que a execução de um mandado de prisão contra Yoon era iminente.

A KCNA também disse que meios de comunicação estrangeiros criticaram a Coreia do Sul por estar “mergulhada em uma turbulência política”.

A agência estatal norte-coreana havia relatado a destituição de Yoon em 16 de dezembro, dois dias depois do ocorrido, mas permaneceu em silêncio desde então até que uma reportagem foi publicada na sexta página do jornal Rodong Sinmun, voltado para o público geral norte-coreano, no que parece ser um esforço para destacar a estabilidade do regime de Pyongyang em comparação.

Yoon, que foi proibido de deixar o país após ser destituído pelo Parlamento no dia 14 de dezembro, aguarda uma decisão do Tribunal Constitucional entre agora e junho para saber se deve ser reconduzido ao cargo ou afastado de forma permanente.

*EFE

Leia também1 Coreia do Sul: Ação para prender presidente afastado é suspensa
2 EUA: Queda de avião mata duas pessoas e deixa vários feridos
3 Venezuela oferece recompensa por paradeiro de opositor
4 FBI: Motorista de Nova Orleans agiu sozinho, inspirado pelo EI
5 Homem morto em explosão de um Tesla era soldado do Exército

Siga-nos nas nossas redes!
WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Canal
Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo
O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.