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Com sintomas de conjuntivite, mulher descobre tumor cerebral

Após buscar médico, Kirsty Drury descobriu que tinha meningioma

Thamirys Andrade - 02/12/2021 13h43 | atualizado em 02/12/2021 15h29

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[Imagem ilustrativa] Foto: Unsplash | Luis Galvez
Quando a gerente de uma empresa londrina de transportes, Kirsty Drury, decidiu ir ao médico investigar um inchaço e a vermelhidão nos olhos, ela imaginava estar com uma conjuntivite. Contudo, a inglesa deixou o consultório com um diagnóstico inesperado: ela estava com um tumor cerebral, que crescia em seu crânio e lhe afetava os músculos da face.

Em relato ao jornal The Sun, Kirsty explicou ter descoberto que tinha meningioma em novembro de 2019. Hoje curada, ela afirma que se sentiu abençoada pelo médico ter levado a sério os sintomas e solicitado exames.

Na época, ela apresentava também problemas de visão, turbidez, sensibilidade à luz, olhos secos e irritados.

– Quando você entra no consultório médico com suspeita de conjuntivite e sai com [o diagnóstico de] um tumor no cérebro, não pode ser culpado por pensar o pior. Achei que iria morrer – lamentou.

A paciente marcou uma cirurgia para a retirada do tumor, mas o procedimento precisou ser adiado em razão da pandemia da Covid-19. Para Kirsty, a espera não foi fácil.

– Eu esperava fazer a cirurgia no início de 2020. Depois, foi adiada para março. Em seguida, a Covid apareceu, e descobri que apenas operações de emergência aconteceriam. [A cirurgia] era a primeira coisa em que pensava pela manhã e a última coisa em que pensava à noite. Não conseguia ter paz interior – desabafou.

O tumor de Kirsty, no entanto, manteve-se estável até a cirurgia marcada para novembro de 2020. O arriscado procedimento durou 16 horas e foi concluído com sucesso.

Atualmente, a inglesa usa a sua história para conscientizar as pessoas sobre sintomas de tumores de cerebrais e sobre a importância de estar atento aos sinais do organismo. Ela também destaca a importância de manter viva a esperança.

– Quero que saibam que muitas pessoas vivem com um tumor cerebral. Por algum motivo, essas histórias não são contadas, mas acho que deveriam ser, porque, no início da minha jornada, eu teria dado tudo para ter mais esperança – concluiu.

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