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CNN decide cancelar serviço de streaming um mês após lançá-lo

Medida foi tomada após a fusão entre os grupos Warner e Discovery ser sacramentada

Paulo Moura - 22/04/2022 12h09 | atualizado em 22/04/2022 12h30

Logo da CNN em frente à sede da emissora em Atlanta, EUA
Logo da CNN em frente à sede da emissora em Atlanta, EUA Foto: Reprodução/Google Street View

Durou apenas um mês a existência da plataforma de streaming da CNN, o CNN+. De acordo com um anúncio feito pela nova companhia Warner Bros. Discovery, fruto da fusão entre as gigantes Warner e Discovery, o serviço que foi lançado no dia 29 de março chegará ao fim no próximo dia 30 de abril.

A opção por encerrar o projeto foi tomada pela nova gestão da emissora justamente depois que a antiga empresa-matriz da CNN, a WarnerMedia, se fundiu com a Discovery no início deste mês. O novo CEO da CNN, Chris Licht, chamou a decisão de descontinuar o CNN+ de “extremamente difícil”.

– Embora a decisão de hoje seja extremamente difícil, é a certa para o sucesso de longo prazo da CNN. Isso nos permite redirecionar nossos recursos para os principais produtos do nosso negócio: fortalecer o jornalismo da CNN e sua reputação como líder mundial de notícias – disse Licht, em um comunicado para a equipe.

A decisão de encerrar de forma tão súbita a plataforma põe fim a um projeto no qual a CNN investiu dezenas de milhões de dólares e pelo qual chegou até a fazer uma campanha de marketing agressiva nos Estados Unidos. O novo serviço havia resultado, inclusive, na adição de centenas de novos funcionários.

De acordo com fontes ligadas ao projeto, a CNN planejava gastar mais de 1 bilhão de dólares (R$ 4,7 bilhões) na CNN+ ao longo de quatro anos. Os gastos em questão incluiriam, entre outras despesas, a contratação dos novos funcionários e o aluguel de um andar de escritórios em Midtown Manhattan, em Nova Iorque, para acomodá-los.

Entretanto, a situação se alterou depois que a ex-empresa-mãe da CNN, a WarnerMedia, proprietária da HBO e do célebre estúdio de cinema Warner Bros., completou sua fusão com a Discovery. Desde que a união foi concretizada, chefões da Discovery, incluindo seu executivo-chefe, David Zaslav, passaram a impor seus projetos à nova companhia.

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