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Biden retira ordens de Trump para proibir TikTok nos EUA

O presidente, contudo, decidiu abrir uma investigação para identificar riscos de segurança vinculados à China

Pleno.News - 09/06/2021 12h56 | atualizado em 09/06/2021 13h35

Departamento de Comércio será responsável pela apuração Foto: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, retirou nesta quarta-feira (9) as ordens executivas que buscavam proibir as redes sociais TikTok e WeChat no país e decidiu abrir uma investigação para identificar riscos de segurança vinculados à China. As medidas haviam sido apresentadas por seu antecessor no cargo, Donald Trump.

O novo decreto ordena que o Departamento de Comércio inicie uma análise “rigorosa e baseada em evidências” sobre os aplicativos que coletam informações pessoais dos usuários e cujas tecnologias têm laços chineses.

– Certos países, incluindo a China, buscam utilizar tecnologias digitais e dados dos americanos que apresentam riscos inaceitáveis para a segurança nacional, ao mesmo tempo que ajudam os controles e interesses autoritários – disse a Casa Branca.

Concretamente, o governo dos EUA visa aos aplicativos que “são propriedade, controlados ou geridos por pessoas que apoiam um adversário militar estrangeiro ou atividades de inteligência, [pessoas que] estão envolvidas em atividades cibernéticas maliciosas ou armazenam dados pessoais sensíveis”.

As ordens de Trump, datadas de agosto de 2020, permanecem bloqueadas por decisão judicial. O ex-presidente exigia que a empresa proprietária da TikTok, a chinesa ByteDance, vendesse o negócio no país a empresas americanas.

A decisão de Biden é divulgada no mesmo dia em que o mandatário inicia a sua primeira viagem internacional desde que chegou à Casa Branca. O democrata irá à cúpula do G7 no Reino Unido, a reuniões com parceiros europeus em Bruxelas e à sua primeira reunião com o presidente russo, Vladimir Putin.

Pouco antes de embarcar, Biden disse que o objetivo da viagem à Europa é “reforçar a aliança” e “deixar claro à Rússia e à China que “EUA e Europa estão juntos”.

*EFE

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