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Atirador profissional atira em filho e marido de juiza federal

Esther Salas é responsável por processo movido por investidores contra banco que manteve condenado em sua carteira de clientes

Paulo Moura - 20/07/2020 10h51 | atualizado em 20/07/2020 13h25

Filho da juíza Esther Salas foi morto na porta de casa Foto: Reprodução

Um atirador vestindo um uniforme da FedEx, empresa de entregas norte-americana, matou o filho e feriu o esposo da juíza federal norte-americana Esther Salas no fim da tarde de domingo (19). A magistrada é responsável pelo julgamento de um caso envolvendo investidores do Deutsche Bank, a instituição bancária e o bilionário Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais, morto em 2019.

Segundo a emissora ABC News, o fato aconteceu no distrito de North Brunswick, em Nova Jérsei, e foi o filho da juíza, Daniel Anderl, de 20 anos, quem abriu a porta para o atirador, que o atingiu no peito. O jovem morreu ainda no local. Já o marido de Esther, Mark Anderl, de 63 anos, acabou baleado diversas vezes pelo homem e foi levado a um hospital para realizar cirurgias. Segundo a imprensa local, o estado de saúde dele é estável.

Em um comunicado, o escritório do FBI em Newark, em Nova Jérsei, informou que está investigando o fato em colaboração com a polícia local para elucidar o crime. Ainda não há informações sobre possíveis motivações para o crime. O suspeito segue foragido.

– O FBI está investigando um tiroteio que ocorreu na casa da juíza Esther Salas, no distrito de North Brunswick, Nova Jersey, no início da noite de 19 de julho. Estamos trabalhando em estreita colaboração com nossos parceiros estaduais e locais e forneceremos atualizações adicionais quando disponíveis – disse.

O processo envolvendo a juíza federal, o Deutsche Bank e o bilionário Jeffrey Epstein foi aberto no último dia 15. Na ação, investidores do banco alegam que a instituição não “monitorou adequadamente” os clientes que considerava “de alto risco”, como Epstein.

O fato do banco não informar aos investidores que não havia corrigido problemas de controle de transparência e que não estava de olho em clientes como Epstein e outros dois bancos envolvidos em escândalos de má conduta financeira foi um dos motivadores de uma queda brusca das ações do banco em maio.

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