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Argentina recebe mais 330 mil doses da vacina russa Sputnik V

Novo lote chegou ao país nesta sexta-feira

Pleno.News - 19/03/2021 17h19 | atualizado em 19/03/2021 18h12

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Argentina recebe mais 330 mil doses da vacina russa Sputnik V Foto: Pixabay

A Argentina recebeu nesta sexta-feira (19) um lote com 330 mil doses da vacina russa contra o novo coronavírus, a Sputnik V. O carregamento eleva o total no país para pouco mais de 4,48 milhões entre os agentes imunizantes de diferentes companhias.

Além da Sputnik V, a Argentina também recebeu doses da chinesa Sinopharm, e da Covidshield, produzida pelo Instituto Serum, da Índia, com tecnologia da companha AstraZeneca e da Universidade de Oxford.

Neste mais recente desembarque, chegaram doses do primeiro componente da vacina, em um avião das Aerolíneas Argentina, que aterrissou no Aeroporto Internacional de Ezeiza, em Buenos Aires, após 18 horas de voo desde Moscou.

Segundo fontes oficiais, as doses que chegaram nesta sexta-feira serão destinadas a “fortalecer a imunização de pessoas com mais de 70 anos em todo o país”.

De acordo com mais recente balanço do governo argentino, 2.382.859 de pessoas já receberam a primeira dose de alguma das vacinas contra o novo coronavírus, enquanto 556.505 também já receberam a segunda, estando totalmente imunizadas.

Em meio a críticas por um ritmo lento da campanha de vacinação, o presidente da Argentina, Alberto Fernández, disse ontem que existe um “atraso global na entrega” pelas companhias farmacêuticas, devido problemas de produção, de logística e nos insumos.

– Nossos fornecedores tiveram dificuldades para aumentar a produção e não puderam entregar no tempo que haviam planejado. E a verdade é que [até] mesmo os países mais ricos tiveram negociações e tensões com fornecedores – explicou o chefe de governo.

Fernández lembrou que o governo que comanda assinou contratos para adquirir 65 milhões de doses de vacinas e que segue trabalhando para concluir mais acordos.

Na próxima semana, a expectativa é pela chegada de 3 milhões de doses da Sinopharm, que ainda não foi aprovada pelo regulador nacional para ser aplicada em idosos com mais de 60 anos.

*Com informações da Agência EFE

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