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Após críticas, Biden aumentará cota de asilo para refugiados

Presidente tinha intenção de manter cota mínima imposta por Trump

Pleno.News - 16/04/2021 19h12 | atualizado em 16/04/2021 19h23

Presidente dos Estados Unidos Joe Biden voltou atrás em política para refugiados Foto: EFE/EPA/Andrew Harrer

A Casa Branca cedeu às críticas dos democratas e anunciou nesta sexta-feira (16) que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, aumentará antes de meados de maio a cota anual de refugiados recebidos pelo país, que por enquanto é de 15 mil.

O anúncio foi feito horas depois que o governo Biden ordenou manter a cota anual em 15 mil, o mesmo nível historicamente baixo estabelecido por seu antecessor, Donald Trump.

Isso significou um retrocesso na promessa de seu governo de aumentar para 62,5 mil os refugiados admitidos neste ano fiscal, que termina em setembro, e rendeu ao presidente democrata múltiplas críticas de seu próprio partido e de várias organizações não-governamentais.

– O presidente planeja marcar antes de 15 de maio uma cota final de refugiados que será maior (que 15 mil) para o restante do ano fiscal – declarou a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, em comunicado.

Dos 15 mil a serem admitidos por enquanto, um máximo de 3 mil pode proceder da América Latina e do Caribe, segundo a ordem de Biden, que menciona especificamente Honduras, Guatemala, El Salvador e Cuba.

O decreto emitido hoje pelo chefe de Estado altera a ordem de Trump sobre a cota de refugiados, mas não altera seu limite máximo de 15 mil, o mais baixo desde que a lei que regulamenta essa proteção entrou em vigor, em 1980.

– A admissão de até 15 mil refugiados continua justificada por preocupações humanitárias e é do interesse nacional – argumentou Biden em seu pedido.

*Com informações da agência EFE

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