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Alemanha pretende eliminar restrições aos imunizados

O processo, que será gradual, também inclui os recuperados da Covid-19

Pleno.News - 26/04/2021 16h32 | atualizado em 26/04/2021 16h44

Chanceler da Alemanha, Angela Merkel Foto: EFE / EPA / CLEMENS BILAN

O governo alemão é a favor de reduzir gradualmente as restrições para os imunizados e aqueles que se recuperaram da Covid-19, mas não de aplicar esses relaxamentos também a pessoas com um teste de antígeno recentemente negativo, mídia local relatou nesta segunda-feira (26).

A chanceler alemã, Angela Merkel, fez a diferenciação na segunda-feira, em reunião da liderança de seu partido, a União Democrática Cristã (CDU), e horas antes de seu encontro com chefes de governo dos 16 estados federais, para tratar da evolução da campanha de vacinação.

Nesse mesmo sentido, a edição digital do semanário Der Spiegel garante que a minuta de acordo, apresentada pelo Executivo Federal para a reunião desta tarde com os “Länder” [estados da Alemanha], destaca a diferença entre pessoas completamente imunizadas (com orientações completas) e aqueles que apresentam um teste negativo.

-De acordo com a avaliação atual do Instituto Robert Koch, quem está imunizado e se recuperou [da doença] tem menor risco de infectar outras pessoas do que quem tem o antígeno negativo – diz o texto do projeto.

Por isso, pode ser necessário “colocar em melhor posição” os imunizados do que os não vacinados, prossegue o texto.

Na reunião, devem ser detalhados especificamente quais restrições seriam relaxadas para eles, além de sua comparação com aqueles que têm um teste negativo. A negociação é focada em visitas ao varejo e limitações de viagens.

O governo alemão também quer que os imunizados continuem cumprindo medidas básicas, como o uso de máscara e a distância de segurança.

O encontro de Merkel com chefes de governo dos estados federais também vai avaliar a ordem de prioridades definida no início da campanha de vacinação, cada vez mais questionada.

Alguns “Länder” já relaxaram a ordem acordada (quatro já permitem vacinas com AstraZeneca para todas as faixas etárias) e outros estão pressionando para eliminar essa regra em maio, enquanto o governo federal quer que todos se movam uniformemente.

*Agência EFE

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