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10 mil voluntários desistem de participar das Olimpíadas

Organização dos Jogos diz que as desistências não devem representar um problema para a realização do evento

Pleno.News - 02/06/2021 10h49 | atualizado em 02/06/2021 11h09

Toshiro Muto é CEO do Comitê Organizador das Olimpíadas de Tóquio Foto: Reprodução

Cerca de 10.000 pessoas que iriam trabalhar como voluntárias nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tóquio 2020, o equivalente a 12,5% do total exigido pelo comitê organizador, desistiram de participar dos eventos, de acordo com informações divulgadas pela emissora pública NHK nesta quarta-feira (2).

As baixas ocorreram por diversos motivos, incluindo preocupação com a situação da Covid-19 ou mudanças na disponibilidade de voluntários devido ao adiamento do evento, segundo detalharam fontes da organização à emissora, que acreditam que as desistências não representam um problema para a realização dos Jogos.

Antes da competição ser adiada para 2021, os organizadores haviam recrutado 80.000 voluntários para realizar tarefas de apoio junto a atletas, competições e espectadores.

A redução no volume de voluntários começou em fevereiro, quando várias centenas deles desistiram como forma de protesto contra os comentários sexistas do ex-presidente do comitê organizador, Yoshiro Mori.

Desde então, esse número subiu para cerca de 10.000, devido a preocupações relacionadas à pandemia e a dificuldades com disponibilidade, mudanças de emprego e outros fatores.

– Acho que tem gente que tem dificuldade de participar das atividades com o novo calendário. Vamos tomar providências para que eles participem tanto dos Jogos Olímpicos quanto dos Paraolímpicos; então, acho que não haverá problema – disse o diretor-executivo do evento, Toshiro Muto, à NHK.

O governo de Tóquio também havia recrutado outros 30.000 voluntários, entre os quais também houve demissões, embora ainda não se saiba quantos.

A redução de voluntários é outro dos obstáculos que as Olimpíadas de Tóquio terá de enfrentar após elas serem adiadas por um ano por causa da pandemia, que segue causando impactos e exigindo medidas públicas, como a declaração de estado de emergência, em vigor na capital e em dez outras prefeituras até pelo menos 20 de junho, um mês antes da abertura dos Jogos, em 23 de julho.

*EFE

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