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Universal rebate matéria da Folha sobre “esterilização”

Igreja acusou o jornal de perseguição

Henrique Gimenes - 10/06/2019 18h20

Universal rebate denúncia feita pela Folha Foto: Reprodução

Neste domingo (9), a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) rebateu a acusação feita pelo jornal Folha de S.Paulo envolvendo a esterilização de pastores. De acordo com a instituição, o veículo praticou um “atentando ao jornalismo” com o título da matéria sobre o assunto.

De acordo com a Folha, a igreja responde a ações de ex-pastores que dizem ter sido forçados ou pressionados a fazer vasectomia. Os ex-integrantes ainda dizem que a prática serve como uma política de recursos humanos, já que eles poderiam ser deslocados para outros municípios com mais facilidade. O veículo também citou uma condenação em segunda instância contra a IURD.

Após a publicação da matéria, a instituição religiosa disse que a Folha “persegue a Igreja Universal do Reino de Deus, dando palanque ao preconceito religioso que existe no Brasil”. Apontou ainda que o veículo “expôs, em manchete, com um inacreditável estardalhaço, o resultado de duas decisões judiciais isoladas — que sequer são definitivas –, como se toda a Universal tivesse sido condenada por mentiras contadas no Judiciário”.

A IURD ressaltou também que, do jeito que o assunto foi tratado, seria “como afirmar que a Folha não paga horas extras a nenhum de seus empregados com base em condenações isoladas da Justiça do Trabalho – que sabemos que existem. Seria algo leviano e irresponsável”.

Veja a nota completa:

Há pelo menos 30 anos, o jornal “Folha de S. Paulo” persegue a Igreja Universal do Reino de Deus, dando palanque ao preconceito religioso que existe no Brasil.

Mas, neste domingo (9/6), o jornal se superou e praticou um atentado não apenas à liberdade de religião, mas ao próprio Jornalismo: expôs, em manchete, com um inacreditável estardalhaço, o resultado de duas decisões judiciais isoladas — que sequer são definitivas –, como se toda a Universal tivesse sido condenada por mentiras contadas no Judiciário.

São ações movidas por duas pessoas cheias de rancor, que, talvez, tenham sido estimuladas por gananciosos, a embarcar em aventuras jurídicas que não terminarão bem para eles.

É como afirmar que a Folha não paga horas extras a nenhum de seus empregados com base em condenações isoladas da Justiça do Trabalho – que sabemos que existem. Seria algo leviano e irresponsável.

O jornal demonstra tanto ódio e preconceito contra a Universal, que, em outras ocasiões, tem escalado uma outra jornalista para ridicularizar a Igreja, seus bispos, pastores e fiéis.

Uma repórter que:

– Afirmou que a Universal pode ser comparada ao programa humorístico “Chaves”;

– Fez chacota da ajuda humanitária de voluntários da Universal, na tragédia da Muzema, no Rio de Janeiro;

– Questionou, publicamente, o valor de uma indenização devida por Fernando Haddad por ofensas ao Bispo Edir Macedo;

– Inventou que a Universal via o ex-presidente Lula como uma “ameaça”;

– Ironizou e fez campanha para desqualificar o sucesso do filme “Nada a Perder, afirmando que foi “inflado”;

– Mentiu que o Templo de Salomão cobra “ingresso”, afirmando, literalmente, que “entrar lá não é para qualquer um”.

Foram tantas maldades e falsidades, que o Departamento de Comunicação Social da Universal (UNIcom) formalizou uma reclamação à Direção do jornal, que foi aceita. A Universal não aceita mais demandas dessa repórter, que possui claro e assumido preconceito.

Em 1987, a “Folha de S. Paulo” lançou uma campanha publicitária que teve bastante impacto na época, e foi até premiada. Dizia que “é possível contar um monte de mentiras dizendo só a verdade”.

Passados 30 anos, parece que o jornal continua seguindo esse slogan para mentir aos seus leitores.

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