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Téo Hayashi responde como lida com as críticas ao The Send Brasil

Pastor respondeu a algumas perguntas sobre o evento cristão

Natalia Lopes - 04/02/2026 16h41 | atualizado em 04/02/2026 18h46

Téo com a esposa, a pastora Junia, e os filhos Foto: Divulgação

O pastor Téo Hayashi, pastor-presidente da Zion Church, fundador do Dunamis e diretor executivo do The Send Brasil, respondeu a algumas perguntas de seguidores sobre o The Send e seu ministério. O Pleno.News selecionou algumas delas e traz aqui para você.

O The Send Brasil aconteceu no último sábado (31) em cinco estádios brasileiros reunindo cerca de 300 mil pessoas. O evento cristão encoraja os jovens a viverem de maneira missional, cumprindo a Grande Comissão e o IDE do Evangelho.

Qual foi sua maior dificuldade para realizar o The Send 2026?
A constante tensão da vida em fé. Porque você escutou o que o Senhor falou, por mais que você não esteja vendo fisicamente. Você crê que Deus te deu a visão, por isso Ele te traz provisão. Não é confortável, é desconfortável, mas é nesse lugar fora da zona de conforto que você experimenta o miraculoso de Deus. Então foi crer em recursos humanos, em recursos financeiros para pagar a conta e crer em recursos espirituais, na unção, na graça, no mover do espírito necessário.

Téo, Junia e a pregadora Cindy Jacobs Foto: Divulgação

Vai ter The Send novamente no Brasil?
Não sei, só Deus sabe a resposta dessa pergunta. Depois de 2020, a gente também não tinha noção. O Senhor foi só deixar muito claro no nosso coração o que era para ser feito em 2026 depois de muita oração. Antes de 2026, tivemos diversas oportunidades para capitalizar no embalo do The Send de 2020. Oportunidades para fazer disso uma marca, mas a gente quer ser guiado pelo Espírito Santo e não por oportunidades. Não visamos capitalizar, a gente quer estar debaixo da Palavra do Senhor e seguindo a nuvem.

Queria ter passado em Curitiba?

Eu queria ter passado, infelizmente não deu. Comecei no Recife, de lá fui para Belo Horizonte. Daria para ir para Curitiba, mas eu passaria mais tempo voando do que nos lugares. Então, não compensava. Eu queria realmente entender o que Deus estava fazendo. Eu vi um mover de Deus incrível no Recife pela manhã e vi o Senhor se mover de uma maneira poderosíssima à noite lá em Belo Horizonte. Valeu a pena fazer desse jeito, por mais que eu tivesse vontade de estar em Curitiba, Belém e Goiânia.

Qual foi o estádio mais cheio no The Send?
De acordo com os números, foi a Arena Pernambuco, praticamente 60 mil pessoas. Batemos recorde de público lá e também em Belo Horizonte e Curitiba. Glórias a Deus por isso! É o povo de Deus com fome por um derramar do Espírito Santo. Uma geração disposta a se arrepender, dizendo: “Eis-me aqui, envia-me”; querendo cumprir o IDE.

Téo Hayashi Foto: Divulgação

Fui ao The Send e mergulhei em tamanha glória que estou manifestando até o momento.
Fico muito feliz, glória a Deus que o Senhor te tocou, tenho certeza que te transformou. E a gente tem escutado muitos testemunhos, testemunhos de curas. Vi um vídeo agora de uma pessoa levantando da cadeira de rodas. Eu estava em Belo Horizonte e num momento de cura comecei a ver muletas sendo erguidas. Eu sei também que pessoas se comprometeram a entrar na fila para adoção e jovens dizendo sim para missões transculturais. A gente glorifica a Deus por tudo isso.

Você imaginava a proporção que iria se tornar as suas escolhas de anos atrás?
Não. Não imaginava, mas eu entendi um princípio. Eu não senti, eu não tive nenhuma visão, não tive nenhuma palavra profética, eu tive convicção ao ler a Palavra que eu tinha que ser fiel com as coisas pequenas. E é assim que eu fui criado, seja fiel com as tuas obrigações aqui na igreja. Eu comecei dando aula de escola dominical com 16 para 17 anos, vinha sábado para ajudar na arrumação da igreja. Quando você é fiel com coisas pequenas, Deus vai te pondo sobre o muito. É princípio.

Depois do The Send, quais as expectativas para o Brasil este ano?
A expectativa é para que jovens brasileiros venham viver de maneira missional, que os jovens que se comprometeram com as causas nos estádios venham ser fiéis a cumpri-las. Porque é para isso que o The Send existe, para impulsionar. Nós também levantamos intercessão, levantamos clamor, louvor e adoração. Isso mexe nos ares no mundo espiritual. E eu estou tendo fé que nós veremos o impacto disso na nação. Para que Deus venha a continuar despertando a Igreja de Jesus. Porque o texto fala: “Se o meu povo,que se chama pelo Meu nome, se humilhar, então Eu sararei a terra”. A resposta está na Igreja, voltando.

Como lida com as críticas sobre o The Send?
Normal, ué. Tive crítica quando eu disse sim para Jesus. Tive críticas quando eu decidi voltar ao Brasil. Tive críticas quando comecei o Dunamis. Críticas quando disse sim a ser pastor de uma igreja local. Se Jesus não foi isento de críticas, por que eu estou me importando em ser criticado? Se Paulo não foi isento de críticas, eu acho que é totalmente normal. Na verdade, eu ficaria até preocupado se o The Send fosse unânime. Graças a Deus tem críticas.

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