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Salomão do Reggae, o cantor que conquistou os jovens

Músico diz que estilo alternativo é uma linguagem para falar de Deus

Gabriela Doria - 23/08/2017 15h34 | atualizado em 23/08/2017 16h33

Um homem barbudo, de roupas largas, touca com as cores do reggae e um violão na mão. É assim que o cantor Salomão do Reggae se apresenta, seja em shows ou cultos. Em entrevista ao Pleno.News, o cantor falou sobre a importância do estilo reggae na evangelização.

– A importância da arte, para mim, independentemente do reggae, é devolver a Deus a criatividade que Ele nos dá. É fazer arte com o objetivo certo. E com alguma sorte, isso irá transformar a vida de alguém para a honra e glória Dele. Então, deixe a sua vida a serviço do Senhor.

Quem vê a figura de Salomão do Reggae, imagina se tratar de um homem que sempre teve um estilo e uma filosofia de vida alternativa. Entretanto, o cantor conta que o reggae só apareceu depois de uma conversa com Deus.

– O reggae nunca foi minha bandeira, eu saio de casa para obedecer ao Senhor. Mas quando percebi que Ele me colocou para evangelizar pessoas alternativas, muitas vezes invisíveis para a igreja, vi que o reggae era uma linguagem. Então, eu simplesmente orei. Eu pedi o reggae ao Senhor e ele me disse “canta”. E eu estou aqui até hoje.

Cantando para Deus, Salomão do Reggae já acumula quase 150 mil curtidas em sua página no Facebook, além de uma agenda de shows bem movimentada. Ele afirma que o estilo de música alternativo atrai a juventude.

– Eu acredito que o meu estilo aproxima muito os jovens. A gente vê muitos testemunhos pela internet. As pessoas me param não só pra tirar foto. Elas falam que não escutavam música cristã e começaram ouvindo o meu som. Isso confirma o meu chamado. Eu creio que o Senhor age assim, na diversidade.

Entretanto, o mesmo estilo alternativo que cativa, ainda causa estranhamento nas pessoas. Mas o cantor garante que o preconceito desaparece quando as pessoas veem que sua música é dedicada a Deus.

– O preconceito existe sim, as pessoas têm resistência. Mas quando você não prioriza o preconceito, você não sofre. E quando você faz algo que tem a presença do Senhor, as pessoas identificam isso e aquele jugo é quebrado. Eu acho que essa é minha preocupação, de agradar primeiro a Deus, de viver o que eu canto na minha família, na minha casa. E quando me perseguem pelo evangelho eu acho até legal.

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