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Parlatório de líderes cristãos repudia Malafaia em inquérito

Documento é assinado por nomes como Teo Hayashi, Nelson Junior, Philipe Câmara e The Rubia

Leiliane Lopes - 18/08/2025 14h39 | atualizado em 18/08/2025 16h49

Pastor Silas Malafaia Foto: Andre Ribeiro/Thenews2/Agência O Globo

Um grupo de pastores e líderes evangélicos que fazem parte do Parlatório de Líderes Cristãos divulgou, neste domingo (17), uma nota de repúdio contra a inclusão do pastor Silas Malafaia em inquérito da Polícia Federal (PF). O documento afirma que a investigação foi realizada sem notificação formal e “apenas em razão de suas opiniões”.

– Criminalizar a palavra é atentar contra a democracia, a cidadania e a fé – diz o texto assinado pelo movimento.

A nota também aponta que a medida configura “afronta direta à Constituição Federal” e defende que Malafaia, além de cidadão, é uma liderança cristã-evangélica nacionalmente reconhecida.

– Defender o direito do pastor é defender a liberdade e o direito de todos – acrescenta o documento.

O manifesto é assinado por líderes conhecidos no meio evangélico, entre eles Teo Hayashi, Felippe Valadão, Felipe Vilela, Arthur Pereira, Dênio Lara Jr., Eduardo Nunes, Fábio Sousa, Felipe Duque Estrada, Gilberto Araújo, Gustavo Paiva, Igor Siracusa, Isaías Huber, Jeter Josepetti, Leonardo Matos, Marcelo Cruz, Marcus Salles, Vinicius Motta, Martinho Júnior, Nelson Junior, Philipe Câmara, Ramon Villar, Ricardo Brunelli, Samuel do Amor, Samuel Coelho, Theo Rubia, Guilherme Rebusniti, Samuel Cavalcante e Michel Piragine.

O grupo conclui a nota afirmando que Malafaia deve ter seus direitos garantidos e ser reconhecido como uma “voz profética para o nosso tempo”.

Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Advec), é investigado por suposta obstrução no processo sobre a tentativa de golpe de Estado. Segundo o ministro Alexandre de Moraes, o caso envolve também Jair Bolsonaro (PL), Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o jornalista Paulo Figueiredo.

Entre os crimes apurados estão coação no curso do processo, obstrução de investigação de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. O pastor nega envolvimento e disse que não foi informado oficialmente sobre o inquérito.

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