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Malafaia questiona: ‘Liberdade de expressão é só para o ativismo gay?’

Em vídeo publicado nesta quarta-feira, pastor falou sobre marxismo cultural e protestou contra "ditadura da opinião"

Pleno.News - 30/06/2021 18h34

Pastor Silas Malafaia Foto: Reprodução

Nesta quarta-feira (30), o pastor Silas Malafaia usou as redes sociais para questionar sobre o que chamou de imposições do ativismo gay. Ele publicou um vídeo, no qual fala sobre marxismo cultural e destacou que atualmente existe uma “verdadeira ditadura da opinião”.

– Atenção, cristãos! Liberdade de expressão [é] só para o ativismo gay? – escreveu ele, no Twitter.

Na publicação, o religioso compartilhou o link de seu novo vídeo do YouTube.

– Nós estamos vivendo, hoje, uma verdadeira ditadura da opinião; a ditadura do falso consenso. Você não pode discordar do politicamente correto. Isso aí, minha gente, é o marxismo cultural. Eles entenderam que não adianta destruir o modelo judaico-cristão pela bala, então é pela cultura, tentando destruir os alicerces e dos fundamentos do que norteia a sociedade ocidental. Eles são livres para falar o que querem, nós não. Eu tenho mais de 10 processos; eles tentando me calar. É o grupo mais intolerante. Não estou falando de gays, estou falando do ativismo gay.

Malafaia criticou ainda as censuras que acontecem nas redes sociais contra opiniões conservadoras.

– E as redes sociais censuram cristãos e qualquer coisa que falamos contra eles, contra a prática e não contra pessoas. Há mais de 20 anos eu venho alertando a sociedade. (…) Quem disse que a minha discussão é sobre prática sexual? Cada um tem a prática sexual que quer, e discorde delas quem quiser, como eu. A questão é que eles querem impor à maioria o seu estilo de vida. Quer a prova? Acabaram com a comemoração de Dia das Mães e de Dia dos Pais porque tem um aluno, numa classe de 50 [alunos], que é filho de pais gays e então não pode comemorar. Eles impõem à maioria o seu modo de viver. E nós estamos calados, e quem cala consente. A coisa é tão absurda que querem mudar a língua portuguesa. Gênero neutro porcaria nenhuma! (…) Se alguém falar contra a minha crença é “evangelicofóbico”? (…) Nós vimos, agora, times de futebol obrigando jogadores a usar o símbolo do ativismo gay. Gente que é evangélica sendo obrigada, sem querer, porque se não entrar em campo o contrato é quebrado. A imprensa se cala diante de uma aberração dessa. (…) Que Deus guarde a família brasileira – concluiu.

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