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Helena Raquel comenta caso de promotora: “Igreja que não parou de orar”

Pastora destacou a fé dos crentes de Duque de Caxias

Leiliane Lopes - 09/07/2026 21h08 | atualizado em 10/07/2026 13h53

Pastora Helena Raquel Foto: Pleno.News

Nesta quarta-feira (8), a pastora Helena Raquel comentou a polêmica envolvendo a promotora de Justiça Elayne Rodrigues durante a abertura do Fórum Permanente de Conselheiros e Ex-Conselheiros Tutelares, realizado na última sexta-feira (3), em Duque de Caxias (RJ). Embora tenha partido da premissa de que houve uma oração no evento, posteriormente a Acterj informou que houve apenas a leitura de um texto antes da apresentação infantil O Abraço de Deus. A pregadora aproveitou o episódio para destacar a presença da fé entre os moradores da cidade.

Segundo Helena Raquel, a promotora talvez desconhecesse a cultura religiosa da Baixada Fluminense.

– A promotora certamente não é residente em Duque de Caxias ou acabou de chegar. Porque, se residisse em Duque de Caxias, já teria entendido que pisou na terra do manto e da glória. Na Baixada Fluminense, os crentes não só vão à igreja como levam a igreja para onde vão – afirmou.

A pastora também disse que a convivência entre pessoas de diferentes religiões no Rio de Janeiro ocorre de forma respeitosa e relatou que pedidos de oração entre pessoas de diferentes crenças são comuns.

E continuou:

– No Rio de Janeiro, nós vivemos de forma muito amistosa e muito tranquila com pessoas de muitas religiões. O espírita vê um crente e pede: “Leva meu nome lá para orar”. Eu imagino que, se alguém disse “ora”, o crente orou. É uma cidade onde os crentes oram. Oram na praça, na rua. E tem coisa no Rio de Janeiro que não explodiu ainda, e nem vai explodir, porque tem uma Igreja que não parou de orar e nem vai parar de orar – declarou.

A polêmica começou após a promotora afirmar, durante sua participação no evento, que havia sido “assolapada por uma oração evangélica”, declarar que a fé é “um direito privado que não deve ser estendido a outras pessoas em um evento público” e dizer ter se sentido “extremamente ofendida” com a referência a Deus. As declarações repercutiram nas redes sociais e motivaram manifestações de parlamentares, juristas, entidades e líderes religiosos.

Assista:

 

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