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Para Deus, e não para homens

Marcos Góes - 13/01/2021 05h00

 

É muito natural, quando vem chegando o ano novo, começarem os planos. Ganhar dinheiro, emagrecer, cursar a faculdade, comprar uma casa, um carro… São planos sobre planos em busca de realizações, pelo desejo de chegar ao final do ano que vem repleto de conquistas.

O que passou, passou! Agora é uma nova chance e uma nova oportunidade, pessoal, e iremos conquistar nossos desejos. Este é um momento em que raramente pensamos em algo que não esteja voltado para nós mesmos. O objetivo principal é obtermos aquilo que não conseguimos no ano anterior e ostentarmos isto como um troféu, como um desafio superado e nossa vontade realizada “custe o que custar”.

Com exceção das festas de final de ano, com “amigos secretos” e ceias fartas nas quais nos confraternizamos, a verdade é que, de maneira instintiva, fica distante de nossa mente pensar em outro alguém que não seja nós mesmos.

Devemos nos relacionar em amor fraternal, porque Jesus disse que seríamos reconhecidos pelo amor

A empatia há muito não está em nosso dia a dia, a começar por aqueles que nos deveriam ajudar a exercê-la, com os seus próprios exemplos. Achamos que o outro agirá em favor do próximo, com amor e compaixão, antes de nós; por isso, esquecemos propositadamente da nossa parte em relação ao amor pelos semelhantes no mundo. Veja que interessante:

Esta é uma história de quatro pessoas: TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM. Havia um trabalho importante a ser feito, e TODO MUNDO tinha certeza de que ALGUÉM o faria. QUALQUER UM poderia tê-lo feito, mas NINGUÉM o fez. ALGUÉM se zangou porque era um trabalho de TODO MUNDO. TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia fazê-lo, mas NINGUÉM imaginou que TODO MUNDO deixasse de fazê-lo. Ao final, TODO MUNDO culpou ALGUÉM, quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito.

Amamos porque Jesus nos amou primeiro. Devemos nos relacionar em amor fraternal, porque Jesus disse que seríamos reconhecidos pelo amor (João 13:35). É por isso que a nossa missão existencial, dada por Deus em Sua Palavra, resume-se ao amor; e é esta a única tarefa fundamental a ser realizada por nós como humanidade.

Por isso, se queremos agradar a Deus com sinceridade e singeleza de coração, sem nos preocuparmos em impressionar as pessoas com nossas atitudes, façamos a nossa parte. Amemos nosso próximo de todo o nosso coração e façamos o bem.

É certo que isso alegrará ao Senhor e seremos abençoados, pois, como é dito na Bíblia: “Antes de tudo, exercei profundo amor fraternal uns para com os outros, porquanto o amor cobre uma multidão de pecados” (1 Pedro 4:8).

Marcos Góes é pastor e músico.

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