O lugar do nosso problema

Israel Belo - 05/11/2019 05h00

 

“Deus pode lidar com sua dúvida, sua raiva, seu medo, sua dor, sua confusão e suas perguntas. Leve tudo a Ele em oracao”. (Rick Warren)

Nada ensinar, nem mesmo lembrar. Nada vender, nenhum imaginário direito exercer. Nada sugerir, nunca exigir. Nada propor, nem sequer supor.
Apenas falar, sempre confiar. Apenas dizer e, se não conseguirmos, apenas gemer. Apenas pedir, tão somente ouvir. Apenas expor, apenas o coração predispor.
Quando oramos, não devemos ensinar a Deus ou lembrar-lhe uma promessa que sua Palavra nos estampa.
Quando oramos, não devemos dizer frases destinadas a convencer o Altíssimo que merecemos todas as bênçãos dos céus.
Quando oramos, não devemos esgrimir argumentos para parecer puros, como se Ele fosse juiz e nós os tropeçantes réus.
Quando oramos, não devemos compor frases bonitas que a nossa memória garimpa.
Quando oramos, devemos apenas falar, confiantes que Deus nos ama, e por Ele esperar.
Quando oramos, devemos apenas dizer, com palavras claras ou gemidas, o que nos está a incomodar.
Quando oramos, devemos apenas pedir, sem sugerir o caminho que Deus deve usar.
Quando oramos, devemos apenas transpor nosso coração para o território da graça de Deus, com a qual podemos contar.
Quando oramos, devemos diante da presença de Deus nos derramar, para lhe rogar.
Quando oramos, devemos com a presença de Deus nos encantar, para com Ele nos alegrar.
Oramos de fato a Deus quando deixamos o problema que era nosso no seu altar.

“Ao orar, entre no seu quarto e, fechada a porta, ore ao seu Pai, que está em secreto. E o seu Pai, que vê em secreto, lhe dará a recompensa”. (Mateus 6.6)

Israel Belo é pastor da Igreja Batista Itacuruçá, na Tijuca, Rio de Janeiro, graduado em Teologia e Comunicação, pós-graduado em História, mestre em Teologia e doutor em Filosofia.

 

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