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Bom é ter esperança

Jane Esther de Paula Rosa - 26/05/2020 05h00

“Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.” (Hebreus 12:1,2)

“Bom é ter esperança, e aguardar em silêncio a salvação do Senhor.” (Lamentações 3:26)

Os judeus costumavam entoar cânticos de lamentações após a morte de pessoas que lhes eram muito chegadas e queridas. Também a destruição de cidades ou nações era lamentada com tais elegias e cânticos. As Lamentações de Jeremias datam do período 587 a 536 AC e foram escritas quando Jerusalém jazia em ruínas.

O capítulo terceiro convida o povo a reconhecer que todo o castigo lhes sobreveio com justiça, e que Deus está sempre disposto a perdoar os que se arrependem de seus pecados.

Temos o direito e até a necessidade de chorar quando a morte nos priva do convívio de quem amamos muito. Os cristãos, todavia, choram com fé no reencontro futuro dos que são de Cristo e com a certeza de que o Deus que fere é também o que consola e sara.

Também cristãos são atacados por grandes dúvidas e são vítimas de tentações violentas.

Jeremias recomenda silêncio, arrependimento e espera na salvação de Deus para as horas de tristeza, sofrimento e dor. Jeremias sofreu e se sentiu como quem foi abandonado por Deus. Analisando as causas do seu tormento, reconheceu que Deus é justo e fiel, mas concluiu que ele próprio e seu povo haviam deixado de seguir a Deus, dele se esqueceram e o negaram com suas vidas. Importava, pois, arrepender-se e confessar o seu pecado a Deus, sabendo que ele é fiel e justo para perdoar.

A conclamação de Jeremias: “Levantemos os nossos corações juntamente com as mãos para Deus nos céus” (3.41), como também a expressão de sua confiança: “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim: renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade” (3.22,23) são válidas também hoje para nos convencerem de que “bom é aguardar a salvação do Senhor”. O mesmo Senhor, que perdoa pecados e que faz viver, tem recursos de sobra para nos livrar de qualquer dificuldade e angústia. Importa esperar nele sempre e com absoluta certeza de salvação e livramento.

A SÓS COM DEUS:

“Senhor, anima-me a viver na certeza do perdão dos pecados e a aguardar, em silêncio a tua salvação. Amém.”

 

Jane Esther de Paula Rosa é graduada em Pedagogia, Psicologia e Jornalismo. Pós-Graduada em Relações Humanas, em Psicopedagogia, em Psicologia do Desenvolvimento Infanto-juvenil e em Liderança. Mestre em Educação Religiosa e Teologia.

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