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Israel Belo - 08/01/2021 05h00 | atualizado em 08/01/2021 09h27

Como são belos sobre os montes os pés do mensageiro que traz boas-novas, boas-novas de paz e salvação (Isaías 52.7).

É salutar que, ao final do dia, revisemos as horas vividas. Então, nós nos perguntamos como passamos o tempo que recebemos.

Ou fazemos as contas para ver com o que gastamos o dinheiro que juntamos. Ou ainda nos examinamos para levantar como usamos o conhecimento que coletamos.

Pode ser que fiquemos amargos, por não termos feito o que devíamos, interrompidos tantas vezes e de tantas maneiras.

Pode ser que tenhamos gasto mal ou mais do que devíamos.

Pode ser que reclamemos do tempo desperdiçado.

Se não nos cuidarmos, amanhã e indefinidamente repetiremos as atitudes que hoje lamentamos.

Para valer a pena de verdade o nosso próximo amanhã, nosso tempo, mesmo que nos interrompam, ele deverá ser usado para abençoar; nosso dinheiro, mesmo que não nos sobre, para ajudar; nosso conhecimento, de tanto valor, para inspirar.

Senhor, sempre digo que meu tempo, meu dinheiro e meu conhecimento são teus, mas, diante de ti, confesso que em geral eu os uso como se fossem apenas para o meu bem. Perdão!

Israel Belo é graduado em Teologia e em Comunicação, pós-graduado em História, mestre em Teologia e doutor em Filosofia.

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