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A necessidade da oração

Maria Helena - 07/04/2019 05h00

Deus sabe de antemão o que nos aflige, mas Ele se agrada que levemos tudo a Ele em oração Foto: Pixabay

“Ao Senhor ergo a minha voz e clamo, com a minha voz suplico ao Senhor. Tira a minha alma do cárcere, para que eu dê graças ao teu nome” (Salmo 142:1 e 7).

Davi proferiu esta oração quando estava escondido em uma caverna (solitária, escura, profunda), fugindo de seus inimigos. Ali, provavelmente sentindo-se fraco, desprotegido, soterrado física e emocionalmente, ele clamou ao Senhor.

Quantas vezes, por causa dos nossos problemas e aflições, sejam eles quais forem, nos sentimos como Davi? Parece-nos que ninguém se importa, que ninguém nos vê. O poderoso rei Davi, no auge do seu sofrimento, reconheceu que só o Senhor poderia livrá-lo e clamou em alta voz.

Assim também devemos fazer: clamar ao Senhor com fé, derramar diante Dele o nosso espírito, sem meias palavras. Deus sabe de antemão o que nos aflige, mas Ele se agrada que levemos tudo a Ele em oração. Devemos contar-Lhe tudo , com detalhes, confiantes em Seu socorro, pois Ele está sempre pronto a nos ouvir e socorrer.

Davi reconheceu que não podia salvar-se por suas próprias forças. Estava esgotado, abatido, mas sua fé não foi abalada “…para que eu dê graças ao Seu nome”.

Confiar em Deus e louvá-Lo enquanto estamos no topo da montanha é fácil. Davi confiou enquanto estava no escuro da caverna e demonstrou seu desejo de louvar a Deus assim que dali saísse.

Entreguemos nossas aflições ao Senhor com fé que em breve O louvaremos agradecidos.

Maria Helena é formada em Letras pela Unigranrio, professora de espanhol na FAETEC e membro da Primeira Igreja Batista em Nova Iguaçu.
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