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A atitude de contentamento

Precisamos ficar atentos aos ladrões que buscam roubar o nosso sentimento de contentamento

Ângelo Éder Collares - 13/08/2020 08h00

Atitude é possibilidade de comportamento, é o pendor ou a tendência interna a se comportar de determinada maneira diante das circunstâncias. A atitude determina o comportamento. Só se pode mudar o comportamento mudando antes a atitude. Pessoas que têm ou que desenvolveram uma atitude de contentamento para com a vida diante das circunstâncias parecem ter uma melhor qualidade de vida.

Precisamos ficar atentos aos ladrões de contentamento. Infelizmente, algumas pessoas deixam que sua atitude de contentamento seja determinada por uma série de fatores:

1- Sentimentos – são o primeiro padrão de contentamento. Não podemos viver aos sabor deles, que variam o tempo todo.

2- Circunstâncias negativas – são também ladrões de contentamento, se o permitirmos. O apóstolo Paulo disse: “aprendi a estar contente com o que tenho; sei o que é estar necessitado e sei o que é ter mais que o necessário”(Filipenses 4:11). Ao invés de enxergarmos os propósitos de Deus e nos adaptarmos, como Paulo, ficamos frustrados e inconformados.

3- A opinião das pessoas também rouba nossa atitude de contentamento. Quando a opinião dos outros ou a nossa própria se tornam mais importantes do que aquilo que Deus diz, então, temos problemas para obedecer ao Senhor. Não conseguimos dizer “não” com medo de não gostarem mais de nós. O problema é que se você se avalia ou pauta sua vida pelo parâmetro dos outros, você está da mão dos outros.

Aprendamos com o apóstolo Paulo: “…Aprendi o segredo de me sentir contente em todo o lugar e em qualquer situação, quer esteja alimentado ou com fome, quer tenha muito ou pouco. Com a força que Cristo me dá, posso enfrentar qualquer situação”(Filipenses 4:12-14-13). Paulo não era masoquista, não tinha prazer no sofrimento. A questão aqui é outra. Seu contentamento expressava dependência de Deus. Portanto, em qualquer circunstância, com a força que Cristo lhe dava, ele poderia sair vitorioso. Excelente exemplo a ser seguido.

Quem não consegue ver nas circunstâncias os propósitos de Deus para o crescimento facilmente cairá na atitude de tristeza, desânimo e até mesmo de revolta. Alguns abandonam tudo, sentindo-se abandonados por Deus. Esqueceram do conselho de Paulo, construído com sua própria experiência de sofrimento: E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, e a paciência a experiência, e a experiência a esperança.”(Romanos 5:3-4).

Quer ter melhor qualidade de vida? Mude de atitude. Siga o exemplo de Paulo.

Ângelo Éder Collares é graduado em Teologia e Psicologia, especialista em Docência Superior e mestre em Educação. Atua como pastor da Igreja Batista de Viçoso Jardim, Niterói, Rio de Janeiro.

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