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A angústia da espera

Israel Belo - 31/07/2019 05h04

“Se se construísse a casa da felicidade, a maior divisão seria a sala de espera”. (Jules Renard)

Pode ser que o céu esteja nublado, mas o sol vai raiar.
Pode ser o que o dinheiro esteja distante, mas logo vai chegar.
Pode ser que o reconhecimento por nosso trabalho esteja prestes a se concretizar.
Enquanto o sol não brilha, podemos com ele, sabedores que a chuva pode também sobre nós baixar.
Enquanto o depósito não é registrado em nossa conta bancária, devemos nos alegrar com a anunciada transferência, mas só podemos gastar o que virá se for necessário e quando a transação realmente se efetivar.
Enquanto o aplauso não é ouvido, devemos simplesmente fazer ainda melhor o ofício que temos estado a nos dedicar.
Diante da possibilidade de um salto na carreira, devemos agradecer a Deus por ela como o que ela é: uma possibilidade, que pode ou não se materializar.
Diante dos sinais recebidos acerca de uma vitória maior, cabe-nos esperar, calmamente esperar.
Diante dos números que indicam que a elevada meta será batida, devemos aguardar, apenas aguardar.
A espera não nos deve angustiar.
A espera é para nos provar e capacitar.
A espera é para nos ensinar a confiar: Deus, o Senhor da história e não quem quer que seja por mais poderoso que esteja, está no controle e é sua vontade perfeita que vai finalmente predominar.
Assim confiantes, podemos descansar.

“Espere no Senhor. Anime-se, e fortifique-se o seu coração; espere, pois, no Senhor”. (Salmo 27.14)

Israel Belo é pastor da Igreja Batista Itacuruçá, na Tijuca, Rio de Janeiro, graduado em Teologia e Comunicação, pós-graduado em História, mestre em Teologia e doutor em Filosofia.

 

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