Pregadora Amanda Silva fez FIV e ouviu que “não é milagre”
Pregadora rebateu críticas, dizendo que o "sopro da vida quem dá é Deus"
Mayara Macedo - 04/03/2026 11h57 | atualizado em 04/03/2026 12h08

A pregadora Amanda Silva tem uma vida repleta de testemunhos. Alguns deles, ela contou ao PodCrê, em um episódio especial na semana da mulher. A jovem, de 29 anos, perdeu a mãe aos 5 anos de idade, e foi criada pelo pai, com quem não construiu uma relação saudável.
Amanda aceitou a Jesus aos 15 anos e se casou aos 21 e, após quase sete anos de tentativas de gravidez frustradas, ela finalmente está gerando seu milagre.
Amanda está no sétimo mês de gestação e contou, ao podcast, como foram os anos de espera. Casada com João Ricardo, a convidada relatou que poucos meses após se casarem, deixaram de usar métodos contraceptivos. No entanto, o positivo não acontecia. O casal não investigou o que havia de errado logo de imediato, e foi somente há dois anos e meio que eles buscaram um médico especialista; o dr. Rodolfo Salvato, que também é pastor.
Após inúmeros exames, o especialista entendeu que o melhor tratamento para Amanda e João seria uma fertilização in vitro (FIV), e assim eles o fizeram.
A pregadora, que nunca escondeu que fez o procedimento, disse que até hoje recebe comentários maldosos de pessoas que dizem que sua filha, Olívia, não é um milagre por não ter sido gerada de forma natural. Mas Amanda reforçou os limites da medicina, e destacou que o sopro de vida vem apenas de Deus.
– Recebo até hoje comentários assim, que a minha gestação não é um milagre pelo fato de não ter acontecido de uma forma natural. Só que nós precisamos entender que Deus é a condição primária da vida, e a medicina, secundária. Independente da forma de como a vida acontece, se ela veio por meio naturais ou medicinais, o responsável por trazer à vida, à existência, é Deus – declarou.
Ao falar de seu ministério, Amanda contou que começou a pregar na igreja da qual fazia parte, na adolescência. Com o passar do tempo, convites de outras congregações foram surgindo e, consequentemente, ela ganhou um número expressivo de seguidores nas redes sociais.
No entanto, em 2021, Amanda rebateu uma fala da atriz Bruna Marquezine, que disse amar Jesus mas não amar seu corpo, fazendo alusão aos evangélicos. Fãs da artista se revoltaram contra a pregadora e derrubaram seu perfil no Instagram, além de ameaçá-la de morte.
Amanda Silva também é idealizadora do Cara de Ungida, um projeto voltado para mulheres; que começou na casa da pregadora, como um culto entre amigas. A reunião foi crescendo, a ponto da casa não comportar o número de mulheres que compareciam.
O projeto expandiu e, hoje, Amanda é convidada por diversas igrejas para levar a iniciativa a outras mulheres.
Confira:
*Você pode ouvir a entrevista em podcast no Pleno.News, no Spotify, na Deezer, na Apple Podcasts e na Amazon Music.
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