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Noite histórica! Canoagem e boxe levam o ouro para o Brasil

Isaquias Queiroz e o boxeador Hebert Conceição brilharam em Tóquio

Pleno.News - 07/08/2021 08h26 | atualizado em 07/08/2021 09h08

Isaquias Queiroz e Hebert Conceição subiram ao pódio na Canoagem velocidade e no Boxe peso médio Arte: Pleno.News

A madrugada deste sábado (7) nas Olimpíadas de Tóquio, no Japão, foi histórica para o Brasil. Isaquias Queiroz, da canoagem velocidade, e o boxeador Hebert Conceição, conquistaram a medalha de ouro para o Brasil.

Hebert, de 23 anos, nocauteou o ucraniano Oleksabdr Khyzhniak, a 1min29 do terceiro assalto e venceu na categoria peso médio (até 75 quilos).

O boxeador, natural de Salvador, repete o feito de Robson Conceição, campeão olímpico na Rio-2016. O boxe brasileiro volta ao ringue da Kokugikan Arena, neste domingo, a partir das 2 horas (de Brasília) com Beatriz Ferreira, que vai disputar também a final, na categoria dos leves (até 60 kg), com a irlandesa Kellie Harrington.

Como se esperava, o ucraniano foi para o ataque desde o primeiro gongo. Encurtou a distância e não deixou Hebert se movimentar. Com isso, aplicou mais golpes e venceu os dois rounds para os cinco jurados. A disputa foi para o terceiro e último assalto com o brasileiro precisando de um nocaute para vencer a luta.

E o golpe salvador veio a 1min29 com um cruzado de esquerda espetacular de Hebert. O juiz Muhammad Arisa Putra Pohan, da Indonésia, paralisou o duelo. No boxe olímpico, os juízes são muito cautelosos e não deixam que o lutador seja castigado. Por isso, os nocautes são raros.

Como o golpe entrou de forma muito precisa e o ucraniano caiu imediatamente, o juiz nem abriu contagem e já decretou o nocaute técnico. No profissional, com certeza, o duelo teria prosseguimento.

Já Isaquias Queiroz conquistou sua quarta medalha olímpica e realizou seu sonho e objetivo nos Jogos de Tóquio. O feito coloca o brasileiro em um novo patamar e reforça o trabalho feito por Jesus Morlán, que forjou outros campeões da modalidade, mas faleceu durante o ciclo para a Olimpíada de Tóquio.

Desde o fim dos Jogos do Rio-2016, Isaquias começou a se preparar para Tóquio. O próprio Morlán via como positivo ele não ter conseguido o ouro olímpico para poder chegar em Tóquio com mais “fome” de medalhar. O atleta ficou mais forte e rápido, mas também teve alguns problemas no caminho. O primeiro foi a perda de Morlán, espanhol que levou a canoagem brasileira para um outro patamar, mas que faleceu em novembro de 2018.

Na final, Isaquias começou bem e passou a marca de 250m na terceira posição. Na metade da prova, estava em segundo, mas colado no chinês Hao Liu. A partir daí aumentou o ritmo, aumentou a distância e fechou a prova com tranquilidade em 4min04s408. A prata ficou com Hao Liu, da China, e o bronze com Serghei Tarnovschi, da Moldávia.

*Com informações da AE

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