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Ronaldinho Gaúcho e seu irmão chegam ao Rio

Irmãos foram liberados na segunda-feira

Pleno.News - 25/08/2020 17h00 | atualizado em 25/08/2020 17h24

Ronaldinho Gaúcho e Assis deixam o Paraguai 6 meses após prisão Foto: EFE/ Nathalia Aguilar

Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Assis, chegaram ao Rio de Janeiro nesta terça-feira (25), a bordo de um avião fretado que decolou do Aeropuerto Internacional Silvio Pettirossi, em Luque, nos arredores de Assunção, no Paraguai. Eles retornaram ao país quase 6 meses depois de terem sido presos no país.

A aeronave deixou Assunção, no Paraguai, às 13h42, e chegou à capital fluminense pouco depois das 16h40.

O voo foi autorizado na noite de segunda-feira (24) pelo Conselho de Defesa Nacional (Codena), que rege as entradas e saída dos do território paraguaio. Os irmãos chegaram a um hangar do aeroporto, onde estava a aeronave em que viajariam, depois de terem deixado o luxuoso hotel em que estavam cumprindo prisão domiciliar, no centro histórico de Assunção.

Os ex-jogadores entraram em um carro que os esperava na porta do estabelecimento e rapidamente foram cercados por fãs e jornalistas, que aguardavam por qualquer manifestação, especialmente, do antigo camisa 10 do Barcelona.

O veículo em que Ronaldinho e Assis entraram, inclusive, teve dificuldades para partir, diante da aglomeração que se formou pela saída dos irmãos.

Presos no Paraguai desde março por portarem passaporte com conteúdo falso, Ronaldinho Gaúcho e Assis foram liberados nesta segunda-feira (24), depois que o juiz de garantias Gustavo Amarilla aceitou, em audiência preliminar, o acordo entre os advogados e o Ministério Público.

PRISÃO POR FRAUDE
Os irmãos entraram no país em 4 de março, para que o duas vezes melhor jogador do mundo participasse de ações beneficentes em favor de crianças idealizado por uma instituição cuja diretora era a empresária paraguaia Dalia López e da inauguração de um cassino.

Dalia, que está foragida há mais de quatro meses, é acusada de liderar uma organização criminosa que produz documentos oficiais adulterados. Ela é apontada como a responsável por encomendar os passaportes com conteúdo falso e intermediar a entrega aos brasileiros.

Ronaldinho e Assis foram detidos em 6 de março e permaneceram na sede do Grupamento Especializado da Polícia Nacional, em Assunção, até 7 de abril, quando pagaram fiança 1,6 milhão de dólares (R$ 8 milhões). A partir de então, permaneceram em prisão domiciliar em um hotel da capital paraguaia.

Os irmãos, que se condenados por uso de documento com conteúdo falso poderiam pegar até 5 anos de cadeia, haviam tido recurso negado em 7 de julho, mas desta vez conseguiram a liberação e podem voltar ao Brasil.

*Com informações da Agência EFE

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