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Filho de Eliza Samúdio e Bruno treina para se tornar goleiro

Avó afirma que o interesse surgiu antes que Bruninho soubesse a profissão do pai

Pierre Borges - 19/11/2020 13h07 | atualizado em 19/11/2020 13h46

Bruninho e a avó Foto: Reprodução

Aos 10 anos, o filho do goleiro Bruno com Eliza Samudio, Bruninho, está seguindo a carreira do pai como goleiro de futebol. O garoto já conquistou títulos em campeonatos estaduais sub-12 e a atenção de olheiros, como o ex-empresário de Bruno, Jaime Marcelo.

– Desde o rompimento com Bruno, acabei estreitando os laços com a Sônia. Com isso, nasceu uma amizade forte e uma afeição pelo Bruninho. Ele tinha um torneio para disputar em São Paulo, e acabamos edificando não apenas amizade, mas meu apoio ao Bruninho para um futuro como atleta – declarou o empresário ao jornal Extra.

A avó, Sônia Silvia Moraes, detentora legal da guarda da criança, afirma que o menino começou a se interessar pela profissão aos 8 anos, antes de tomar conhecimento da carreira do pai e do crime cometido por ele.

– A mãe dele também foi goleira por dez anos. Quando ele falou que queria ser goleiro, o levei a uma escolinha para uma aula experimental. No final do treino, o preparador disse que ele era um goleiro nato, que só precisava de treinamento. Ele leva jeito. Tem uma altura muito boa e é extremamente apaixonado pelo que faz – disse a avó.

O assassinato de Eliza Samudio ocorreu em 2010, quando Bruninho ainda era bebê. Sônia Moraes contou ao neto sobre o crime cometido pelo pai no ano passado e afirma que Bruninho não tem desejo de conhecê-lo.

Em comentário no Instagram publicado em agosto, Bruno disse que espera o resultado de um exame de DNA para saber se Bruninho é seu filho. A mãe de Eliza, por sua vez, afirma que forneceu material genético dela e do neto em 2010 para o exame, mas Bruno recusou, alegando que sabia que era o pai da criança.

Em 2014, o goleiro entrou com um pedido de DNA com a exigência dele ser feito em Minas Gerais. Sônia Moraes se opõe ao exame alegando que ele poderia ser feito no município onde mora, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

O goleiro Bruno foi condenado a 22 de anos e três meses de prisão por homicídio triplamente qualificado e cumpre pena em regime semiaberto.

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