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"Homens competem em categorias femininas, é injusto e inseguro", disse MyKayla Skinner

Pleno.News - 17/11/2025 22h04 | atualizado em 18/11/2025 10h54

MyKayla Skinner Foto: Chris Coduto / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP

A ginasta americana MyKayla Skinner, medalhista de prata no salto nos Jogos de Tóquio 2021, se manifestou contra a presença de atletas transgêneros nas Olimpíadas.

Por meio da Fox News, ela defendeu que o Comitê Olímpico Internacional (COI) proteja a categoria feminina.

– O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou que está se aproximando da proteção da categoria feminina nas Olimpíadas. Esse é um passo há muito esperado na direção certa. Eu ficaria muito feliz em ver o COI dar o próximo passo. Mas, ainda mais importante, adoraria ouvir as vozes das atletas de elite que não querem mais abrir mão da justiça e da segurança se manifestarem. É hora de contarmos a nossa versão dos fatos – destacou.

No mesmo texto, MyKayla apontou que “na ginástica olímpica, as mulheres não competem nas argolas porque os homens são mais fortes que as mulheres, e as provas são elaboradas levando em conta as realidades fisiológicas”.

Ela também citou as Olimpíadas de Paris 2024:

– Na ginástica olímpica, as mulheres não competem nas argolas. Por quê? Porque os homens são mais fortes que as mulheres, e as provas são elaboradas levando em conta as realidades fisiológicas. É simples assim. No atletismo olímpico, a World Athletics relatou recentemente que mais de 50 homens venceram mulheres nas últimas duas décadas. As atletas não se esquecerão de que, nos Jogos Olímpicos de Paris, duas boxeadoras que se identificaram como homens — Imane Khelif e Lin Yu-ting — competiram e ganharam medalhas de ouro na categoria feminina. O COI, a NBC e a Meta criticaram duramente as mulheres que protestaram.

MyKayla disse ainda que deseja ser uma voz para outras atletas.

– Quero ser uma voz para as atletas de elite — compartilhar uma mensagem de força, coragem e esperança para a próxima geração de meninas e defender o futuro delas. Há apenas uma mulher competindo atualmente que se manifestou para abrir o debate sobre padrões claros e justos no nível profissional. Essa é Elizabeth Eddy, jogadora de futebol do Angel City FC. E quando o fez, foi publicamente humilhada por suas companheiras de equipe. Atletas se machucam todos os dias — mas não devemos aceitar essa insanidade. Quando homens competem em categorias femininas, é injusto e inseguro, e todos sabem disso.

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