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Lázaro Ramos diz que sofreu “boicote” do governo Bolsonaro

Segundo o ator e diretor, o filme Medida Provisória deveria ter estreado há dois anos

Monique Mello - 12/04/2022 17h04 | atualizado em 12/04/2022 17h58

Lázaro Ramos é crítico do atual governo Foto: Julio Mello / AgNews

Lázaro Ramos deu continuidade à “batalha” travada por sua esposa, Taís Araújo, contra o governo Bolsonaro. Durante sua participação no programa Roda Viva, da TV Cultura, o ator e diretor comentou sobre as respostas que Taís levou do ex-secretário de Cultura Mário Frias e do presidente da Fundação Palmares Sérgio Camargo.

Na pré-estreia do filme Medida Provisória, Taís Araujo disse que os últimos quatro anos do governo Bolsonaro foram “um pesadelo”. Mario Frias rebateu dizendo que a atriz e seu esposo são “dois artistas que não fazem nada pelo país”. Sergio Camargo, por sua vez, chamou Taís de “mimizenta”.

Para Lázaro Ramos, tudo não passa de campanha política, pois ele e sua esposa possuem “relevância e público”.

– Isso é campanha política que estão fazendo em cima de nós, que temos relevância, temos público, tirando foco dos problemas do governo. É uma cortina de fumaça. Isso não tem nada a ver com a gente. É pras pessoas não debaterem sobre o preço da gasolina, dos alimentos. É para as pessoas não debaterem a crueldade e a falta de valor à vida com a que a pandemia foi tratada. É pra isso. Isso é uma tentativa que eles fazem há muito tempo. Mas cada um luta com as armas que tem. Eu acredito muito nas armas que a gente está lutando, que é ser ético, correto, respeitoso, trabalhador. É isso que a gente tem a oferecer pro mundo. Quem vai atrás deles, só lamento – disse Lázaro na entrevista que foi ao ar nesta segunda-feira (11).

Sobre o filme Medida Provisória, dirigido por ele, Lázaro explicou que o lançamento seria em 2020. Entretanto, o diretor afirma que o atraso se deu devido a um boicote por parte de um membro do governo Bolsonaro.

– O filme está pronto desde 2019, em 2020 nós estrearíamos e mesmo assim não conseguimos a assinatura da Ancine pra trocar a distribuidora, que distribuiria o longa no Brasil e no exterior. O que se sabe é que teve um membro do governo que puxou boicote ao filme, sem ter assistido, dizendo que o filme foi feito para falar mal do tal Messias. Depois disso, a assinatura não vinha. A assinatura chegou depois de a gente adiar a estreia do filme por quatro vezes – relatou.

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