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Filho adotivo de Carol Nakamura decide viver com mãe biológica

Atriz pediu que o menino, de 12 anos, não seja criticado

Monique Mello - 01/06/2022 14h05 | atualizado em 01/06/2022 17h32

Carol Nakamura se pronunciou nos stories do Instagram Foto: Reprodução/Instagram

O filho adotivo de Carol Nakamura e Guilherme Leonel decidiu voltar a viver com sua mãe biológica, após morar com o casal por três anos. O anúncio foi feito por Leonel, nesta terça-feira (31). Nakamura, no entanto, resolveu se pronunciar nas redes sociais horas depois, devido às críticas que foram direcionadas ao pré-adolescente.

– Primeiro: não critiquem o Wallace em hipótese alguma! Independente de ele estar morando comigo ou não, ele continua sendo meu filho na minha cabeça, no meu coração – disse a atriz em seu perfil no Instagram.

Wallace estava vivendo com o casal enquanto aguardava a finalização do processo de adoção. A atriz comentou que a adaptação foi difícil para o menino.

– Ele é um pré-adolescente que não teve educação, não teve regra na infância, óbvio, não se acostumou com isso. Por favor, não julguem nunca a atitude dele – pediu aos seguidores.

– É frustrante não morar mais com o Wallace, mas é muito gratificante uma criança que chegou sem saber ler, escrever, não estava falando corretamente. Hoje ele sabe ler, escrever, está na escola. Claro que valeu a pena! Eu faria tudo igual – prosseguiu.

O menino visitava a família biológica regularmente. Segundo a atriz, era um período em que ele não era submetido a regras.

– Eu tentei buscar uma explicação por que ele queria morar com a mãe biológica e ele me falou várias vezes, na minha cara. Porque lá ele solta pipa, ele anda descalço, ele não tem hora para dormir, ele toma banho quando ele quer, então assim, para uma criança, isso é um paraíso – relatou.

Mesmo triste com a situação, Nakamura defendeu a adoção, ressaltando que se trata de um ato de amor e carinho.

A atriz e seu marido tiraram a criança do antigo maior lixão da América Latina, o do Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro, no final de 2019. Devido à pandemia de Covid-19, o processo de adoção foi pausado. A guarda provisória venceu, ficando apenas a promessa de uma guarda permanente, que nunca foi concluída.

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